Quinteto suíço Miss Rabbit quer trazer seu barulho sônico para o Brasil

Read More
Miss Rabbit

A banda suíça Miss Rabbit começou como cover e aos poucos foi inserindo suas músicas próprias nos shows, misturando influências diversas de punk, pós-punk, reggae, blues e muito mais para criarem seu som vulcânico e cheio de potência. Por isso,  Angela Bösch (vocal), Melanie Curiger (guitarra), Fabienne Curiger (baixo), Roger Köppel (guitarra) e Thomas Frei (bateria) não fazem um som muito fácil de definir, já que cada música segue um caminho que reflete a personalidade de seus integrantes.

Mesmo nos álbuns que lançaram até agora, “Miss Rabbit” (2013) e “Tales From The Burrow”(2016), o som continua mostrando todas as experimentações sonoras que o quinteto desenvolveu desde seu início. “Nosso novo álbum, lançado em 2018/2019, será o único com nosso som único com o qual ficamos mais confortáveis. Mas vamos sempre continuar experimentando e tentando nos desenvolver”, explica Fabienne, com quem conversei um pouco:

– Como a banda começou?

Foi em uma noite engraçada no nosso bar favorito. Quatro amigas decidiram que era hora de começar uma girlband.

– Por que o nome Miss Rabbit?

Miss Rabbit era o nome do coelho do nosso guitarrista. Como uma banda cover, nos chamávamos Wotan’s Hasen (Coelhos de Wotan), Wotan era o nome do nosso primeiro baterista. Então, tem algo nostálgico por trás disso também.

Miss Rabbit

– Quais as maiores influências musicais da banda?

Somos muito abertos a todos os tipos de música, mas especialmente Nirvana, Juliette Lewis e Danko Jones, alguns dos nossos grandes ídolos.

– Quando vocês decidiram mudar do cover para fazer suas próprias músicas?

Nós nos divertimos muito como cover e quando nosso ex-baterista começou sua jornada pelo mundo, decidimos continuar e escrever nossas próprias músicas.

– Como o seu público reagiu a isso?

Colocamos mais músicas próprias em nossos shows pouco a pouco, então o público teve tempo suficiente para se acostumar.

Miss Rabbit

– Como está a cena do rock hoje na Suíça?

A cena musical aqui é, infelizmente, um pouco sobrecarregada, com bandas sem fim e infinitas possibilidades de ver uma banda online via streaming. É difícil tirar as pessoas de suas casas para assistir bandas ao vivo.

– Me conte mais sobre o material que vocês lançaram até agora.

Começamos a escrever nossas próprias músicas em 2010. Estávamos tentando encontrar nosso próprio estilo, experimentando gêneros diferentes como punk rock, ska, reggae, blues, baladas e também escrevemos algumas letras em alemão. Nosso novo álbum, lançado em 2018/2019, será o único com nosso som único com o qual ficamos mais confortáveis. Mas vamos sempre continuar experimentando e tentando nos desenvolver.

– Vocês já estão trabalhando em novas músicas? Você pode nos dar alguns spoilers?

Sim, na verdade nós trabalhamos no nosso terceiro álbum, que esperamos lançar no final de 2018. No momento, não podemos dar spoilers, mas nos siga no Facebook e você vai ficar sabendo!

– Quais são os próximos passos da banda?

O mundo! (risos) Brincadeira. Sua alma! Honestamente, nós adoraríamos tocar em todo o mundo, especialmente na América do Sul. O nosso guitarrista tocou no Brasil antes e ele adorou o público incrível daí.

– Recomendem bandas independentes e artistas que chamaram sua atenção ultimamente.

Nós tocamos dois grandes shows com The Soapgirls (ZA) – www.soapgirls.com. Nós logo nos tornamos amigos
e ficamos impressionados com a paixão delas pelo que estão fazendo. Outras bandas que merecem ser
ouvidas são:
Skafari (CH) www.skafari.ch
Never Say Die (AT) www.neversaydie.at
Nachtschatten (DE) www.nachtschatten-band.com
Crossed (CH) www.crossed.ch