Construindo Falso Coral: conheça as 20 músicas que mais influenciaram o disco “Delta”

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Quando uma banda se forma, as influências de cada um dos integrantes são inúmeras e variadíssimas. Essa mistura de músicas, artistas, discos e sons entra em um imenso caldeirão musical e traz algo totalmente novo e cheio de identidade. É nessa construção de identidade que a coluna Construindo vai focar: aqui, traremos 20 músicas que foram essenciais para que uma banda ou artista criasse seu som, falando um pouquinho sobre elas. Hoje temos a banda Falso CoralBela Moschkovich (vocal), Bemti (vocal e viola caipira), Pedro Lauletta (bateria), Guilherme Giacomini (sintetizadores) e Henrique Vital (baixo) escolheram 20 faixas que inspiraram as 10 faixas inéditas que estarão no disco “Delta”, que sai no segundo semestre.

Em 2016 a banda Falso Coral lançou o EP “Folia” onde apresentava pela primeira vez a mistura característica da banda: rock alternativo, viola caipira, sintetizadores e vocais duetados. Depois de dois anos rodando com o EP, a banda está pronta pra colocar no mundo o primeiro álbum, que se chama “Delta” e está sendo produzido por André Whoong (que também produziu o álbum “Gaya” de Tiê). Pra viabilizar o disco a banda abriu uma campanha no Benfeitoria, com várias recompensas,  precisando atingir a meta até o final de junho. Para contribuir com a produção e lançamento do disco, acesse agora: http://benfeitoria.com/falsocoral.

Não deixe de seguir o perfil do Crush em Hi-Fi no Spotify e ouvir a playlist desta semana, disponível no final do post!

Castello Branco“Necessidade”
Bemti: Melodia incrível e produção impecável. Tudo com um senso de grandeza e simplicidade misturados que fazem o Castello Branco ser um dos grandes artistas da “nova geração”. O Falso Coral começou fazendo músicas em inglês e eu só comecei a compor mais em português do que inglês porque eu me reafundei em clássicos como Clube da Esquina e discos como o “Serviço” do Castello Branco e de outras pessoas dessa mesma geração lá pelos idos de 2014/2015.

Joan Baez“It’s All Over Now, Baby Blue”
Bela: Essa canção (que é do Bob Dylan) interpretada pela Joan Baez é linda demais! Os dois são uma inspiração enorme para mim, mas a Joan é especialmente nos vocais.

Florence + The Machine“Delilah” 
Bela: A Florence é outra referência de voz que eu uso muito. Ela alterna com frequência entre uma voz potente e agudos muito bem colocados, coisa que com a música do Falso Coral eu gosto de fazer também. As linhas de backing vocals também são um material de estudo interessantíssimo!

Guillemots“Made-up Love Song #43”
Bemti: Guillemots era uma banda mestre em mesclar nostalgia com melodias épicas. “Made-up Love Song #43” não fez eles estourarem à toa, é toda a fórmula deles resumida em 3 minutos e meio de euforia e cores. Quem prestar atenção no nosso disco vai ouvir uma influência direta dessa música e de toda a vibe Guillemots em pelo menos 2 faixas.

Chico Buarque“Até o Fim”
Bemti: “Faísca” é uma música que estará no disco “Delta” e é a que mais se aproxima do meu trabalho solo. É a que tem a linha de viola mais complexa e um ritmo extraído da catira, que é uma dança bem típica que eu via quando eu era criança em Minas Gerais. Ela tem uma vibe “música brasileira atemporal”. O André Whoong, produtor do disco, disse que pra ele lembrou muito Maurício Pereira. Pra mim ela é uma nuvem de tudo de brasileiro que eu ouço desde criança. Pensando na lista eu lembrei de “Até o Fim” que é um meio samba, com piano, triângulo etc e uma cadência melódica super divertida e elegante ao mesmo tempo com a qual eu consigo traçar paralelos com “Faísca”. Também vale mencionar como influência todo o trabalho do violeiro Ivan Vilela, principalmente as parcerias dele com o extraordinário pianista Benjamim Taubkin (sério, escutem).

Vandaveer“A Mighty Leviathan of Old”
Bela: Vandaveer é uma das minhas bandas favoritas e uma enorme referência de um folk contemporâneo que ainda tem um pé no caipira – ainda que nesse caso seja o caipira norte-americano. Essa música, de um disco de 2009, é uma das mais memoráveis deles,  me assombrou desde o dia que eu escutei pela primeira vez e com certeza influencia muito do meu estilo de composição. O refrão sem letra e as harmonias vocais são duas coisas que aparecem no Delta.

A Fine Frenzy“Come On, Come Out”
Bemti: De toda a geração de bandas indie com vocais femininos, A Fine Frenzy (projeto da Alison Sudol, que hoje em dia está milionária como uma das protagonistas de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”) é uma das melhores pra mim. Com um refinamento extraordinário pra composições e sem medo de soar “soft” demais. O primeiro disco dela, “One Cell in the Sea”, é uma obra-prima de pop alternativo e abre com essa maravilha de música que é “Come On, Come Out”.

Editors“Push Your Head Towards the Air”
Bemti: Quando eu comecei a compor “A Heart for Rent” (uma das duas músicas em inglês que vão estar no disco e a mais antiga de todas), ela tinha uma linha vocal saída diretamente dessa música. Depois entreguei a melodia pra Bela e ela compôs uma letra com uma linha completamente diferente por cima, foi a primeira música que a gente compôs junto. Mas a música ainda continua com essa atmosfera grave que eu amo no Editors e que sempre aparece nas coisas que eu componho aqui e ali.

Fiona Apple“Every Single Night”
Bela: Quando essa música saiu, depois de tanto tempo sem nenhum álbum da Fiona, meu coração explodiu um pouco! O estilo de escrita confessional dela me influencia muito e isso passa, sem dúvidas, pras composições minhas que foram para o “Delta”. Além disso, tentei trazer um pouco da referência dela com a voz meio falada misturada ao canto, que eu adoro.

Björk“Wanderlust”
Bemti: Eu sou louco por melodias grandiosas. Ainda quero fazer mil coisas orquestradas que nem muita coisa que a Björk faz. Enquanto essa hora não chega, dá pra ouvir bastante dessas linhas vocais e melodias “larger than life” ao longo do “Delta”. Nessa hora ajuda ter uma banda com 5 pessoas onde as 5 pessoas não se seguram pra pesar a mão na intensidade.

Violeta Parra“Gracias a La Vida”
Bela: Cresci ouvindo música latinoamericana em casa e volta e meia isso aparece em alguma música. Com certeza, faz parte do DNA de “Delta” e dá para ouvir a referência em uma das faixas inéditas que vamos lançar! Essa canção linda, na versão da Violeta Parra, me comove demais.

Mew – “Am I Wry? No”
Bemti: Mew é a minha banda favorita do universo. Tudo que eu faço vai ter algum traço de Mew invariavelmente. É difícil escolher uma música mas acho que quando eu fiz “Waltz of the Great” (a outra música em inglês do disco) eu provavelmente estava tentando fazer uma versão caipira de “Am I Wry? No” que é indie do começo dos anos 2000 mas com uma nostalgia deliciosa pelo shoegaze e rockzinhos alternativos dos anos 90 em geral.

Keane“Bedshaped”
Bemti: Keane é a minha segunda banda favorita do universo e também é difícil escolher só uma música. Mas pra mim “Bedshaped” é uma explosão de melodia e melancolia que me “contaminou” pra sempre desde a primeira vez que eu a ouvi. Keane é muito inspirado por Beatles e eu sempre reconheço algumas “Beatlezices” que eu componho onde na verdade eu estava me espelhando no Keane. É o caso especialmente de uma das músicas do disco que se chama “A Hora Chega”.

Kings of Leon“Knocked Up”
Henrique: Escolhi essa faixa porque o baixo da música é basicamente tônica e oitava a música toda, e é algo que eu acho bem característico das minhas linhas. As linhas que o Jared Followill usa nas músicas da banda são sempre muito simples, mas igualmente eficientes e poderosas. Acho que, modestamente, minhas linhas são parecidas neste sentido!

Disasterpeace“Home” (Trilha sonora de Fez)
Guilherme: O Disasterpeace é um dos mais conhecidos e admirados compositores de trilha de games atualmente e me influencia bastante nas minhas composições de synth.

Fleetwood Mac “Dreams”
Pedro: O “Rumours” do Fleetwood Mac um dos meus discos preferidos, e eu acho que um dos pontos altos dele é a sonoridade e a timbragem que os instrumentos tem. Nessa música tudo soa bonito e nada está fora do lugar, é uma aula de arranjo. Eu queria um som de bateria parecido com o do Mick Fleetwood pro nosso disco, e acho que conseguimos!

Midlake“The Old and the Young”
Pedro: Eu descobri essa banda por acaso e é uma das que eu mais ouvi nos últimos dois anos, e acho o som deles muito próximo do nosso. Consigo ouvir a voz do Bemti e da Bela nessa música.

O Terço “Queimada” 
Pedro: Resposta pra pergunta “Como colocar viola num disco de rock?”.

Beatles“Strawberry Fields Forever”
Pedro: Enquanto a gente ensaiava a minha canção preferida do “Delta”, a sonoridade dessa música sempre me vinha à mente. E bom, Beatles é sempre uma influência né?

Pearl Jam“Given to Fly”
Pedro: No “Delta” eu uso bastante os tons da bateria pra fazer grooves, e em uma música em particular eu quis ir na onda dessa, que é a minha preferida do Pearl Jam (e olha que não é fácil pra um pisciano fazer esse tipo de escolha). Além disso, uma das músicas no disco é minha e eu fiz ela numa época que eu estava ouvindo o Into the Wild todo dia, e foi uma influência muito marcante.

André Whoong e Falso Coral se apresentam essa quarta no projeto Sônico do Teatro Sérgio Cardoso

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O Teatro Sérgio Cardoso, da Secretaria da Cultura do Estado, lançou na semana passada o projeto Sônico, voltado às bandas autorais independentes. As próximas atrações do projeto, que acontece às quartas a partir das 22h no mezanino do teatro, são André Whoong e Falso Coral. Os ingressos custam R$ 20,00.

O projeto Sônico tem como objetivo ampliar os espaços para artistas autorais do cenário independente brasileiro e incentivar sua produção. Com o fechamento de icônicos espaços com palcos tradicionalmente ocupados por esses artistas, o Teatro Sérgio Cardoso abre suas portas para abrigá-los.

Às quartas o mezanino do teatro recebe apresentações de bandas de rock, indie, projetos experimentais e outras vertentes do cenário. Os shows acontecem às 22h. No dia 27, encerrando a programação do mês de setembro, o projeto recebe a banda psicodélica Bike.

O Sônico continua em outubro, com apresentação das bandas Medulla (dia 04), a dobradinha de Phillip Nutt com a cantora Geo (dia 11), Explain Away e Comodoro (dia 18) e encerrando com Magüerbes e Running Like Lions (dia 25).

TEATRO SÉRGIO CARDOSO
Sônico com André Whoong e Falso Coral
20 de setembro, quarta-feira, às 22h
Mezanino Capacidade: 150 pessoas
Rua Rui Barbosa, 153, Bixiga – São Paulo
(11) 3882-8080 R$ 20,00

Exclusivo: Falso Coral lança novo single “Pé no Chão”, um “lamento sertanejo fantasmagórico”

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Falso Coral
Falso Coral

Formada por Bela Moschkovich (voz), Luís Gustavo Coutinho (voz e viola caipira) e Guilherme Giacomini (teclado e sintetizadores) e acompanhada pelo baterista Pedro Lauletta e o baixista Henrique Vital, a banda Falso Coral transita entre o alternativo e o pop com a viola caipira de dez cordas como base de suas composições. Essa mistura influências contemporâneas nacionais e internacionais está presente no single “Pé no Chão”, lançado hoje.

Com a viola caipira comendo solta e à frente da composição, o single é resultado de um ano do EP “Folia” sendo apresentado em vários palcos do circuito paulistano e carioca. O lado B é uma inusitada versão em dinamarquês, escrita por Sofie Thybo Pedersen e uma demonstração de quanto a viola tão valorizada no sertanejo de raiz pode ser um instrumento universal.

Acompanhando o lançamento, a banda já está iniciando uma nova leva de shows. Entre as datas confirmadas, uma é no interior (SESC Bauru, dia 12/4) e duas são na capital paulista (no Secretinho, dia 7/4 e no Breve dia 20/4 com a banda Quarup). No repertório, além do elogiado EP “Folia” e do novo single, músicas inéditas que ampliam ainda mais o universo sonoro do Falso Coral e covers de diferentes gêneros e épocas levados para caminhos surpreendentes pela viola (Florence and the Machine, Blondie e Tião Carreiro, por exemplo).

Conversei um pouco com a banda sobre o novo single:

– Me falem um pouco mais de como foi a criação de “Pé No Chão”. Do que a música trata?

Luís Coutinho: “Pé no Chão” é sobre ficar encantado com pessoas e realidades que parecem maiores do que você e achar que você não “merece” aquilo. Desde o começo eu queria que fosse um lamento caipira meio fantasmagórico, tanto é que a melodia dela tem um acorde meio “diabólico” que dá esse climão que a música tem. Eu compus ela depois de uma viagem que passou pela Escandinávia e rolou muito essa sensação de observar e admirar pessoas e contextos mas não se considerar parte daquilo, e ficar pensando que se eu tentasse fazer parte daquilo seria só uma ilusão.

– Essa música mostra um pouco do que poderemos ver no disco de estreia?

Bela Moschkovich: Sim, “Pé no Chão” mostra um pouco do que podemos esperar para os nossos próximos trabalhos. É um som mais introspectivo, com um pouco mais de influência do rock (a bateria, por exemplo, teve como referência “15 Step”, do Radiohead). Temos muitas músicas vindo por aí que exploram influências diferentes das que aparecem em “Folia”, o que sempre nos dá novos caminhos para seguir. A partir daí, vamos pensando como as músicas podem mudar, mas ao mesmo tempo manter a “cara” que inauguramos no nosso EP de estreia.

– Como “Pé No Chão” evoluiu do EP “Folia”?

Bela Moschkovich: A evolução aconteceu principalmente porque formamos uma banda de verdade. No “Folia”, todo o processo de composição foi feito por mim, Luís e pelo Gui, junto com o Filipe Consolini, que nos produziu. Montamos bem os arranjos, mas como ainda não tínhamos a banda completa, chamamos amigos músicos para tocar o que faltava. Agora temos uma banda oficialmente, com um baixista e um baterista fixos, e isso nos deu a possibilidade de compôr em conjunto. Geralmente eu e o Luís chegamos com versões preliminares das músicas, só com uma base (na viola ou no violão) e a voz, e aí, juntos, vamos testando o que funciona de baixo, bateria e teclado. “Pé no Chão” é a primeira música que oficialmente compusemos todos juntos, enquanto banda, e então ela é uma amostra do que está por vir no nosso trabalho. Estamos em transformação constante, o que é muito, muito legal!

– E de onde tiveram a ideia de gravar uma versão em dinamarquês no Lado B?

Luis Coutinho: Nessa viagem que eu fiz pra Escandinávia, encaixei alguns shows da banda que eu mais gosto no universo: Mew. Eles são dinamarqueses e lá eles tocam pra 50 mil pessoas mas já perdi as esperanças de algum dia eles virem pro Brasil. E aí em um dos shows deles por lá eu conheci a Sofie Thybo Pedersen, que também estava sozinha e virou uma grande amiga. Já no Brasil nós começamos a trocar pelo Facebook música em português e música em dinamarquês (Marie Key, Kirstine Stubbe…) e eu comecei a pirar na sonoridade da língua. Mostrei “Pé no Chão” pra ela, mandei a letra traduzida em inglês, e perguntei se ela conseguia visualizar uma versão em dinamarquês. Ela topou fazer uma letra e desafiou a gente a cantar essa versão também. A língua é muito difícil e a gente tem consciência de que está longe de soar 100% mas a Sofie disse que o Lyric Video ajuda bastante. A gente acredita que seja a primeira música em dinamarquês com viola caipira a existir no mundo! Se alguém conhecer outra, manda pra gente!

Ouça “Pé No Chão” e seu lado B, “Begge Ben På Jorden”:

Escolha seu show e aproveite o Dia da Música (18/06) em São Paulo com muito som!

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Dia-da-Música-2016

Neste sábado (18 de junho) acontece o Dia da Música, e é claro que vai rolar um monte de eventos e atrações aqui em São Paulo para homenagear a data. É só escolher qual combina mais você (ou ir em vários, porque não) e aproveitar!

Local: Parque Villa Lobos

A segunda edição do Festival BB Seguridade de Blues e Jazz contará a partir das 11h com apresentações de Orleans Street Jazz Band, O Bando, Orquestra Voadora, B4 Jazz Quartet, Toninho Horta, Steve Guyguer (part. Flávio Guimarães), Marco Lobo Quinteto com David Liebman e Maria Gadú (part. Tony Gordon). A entrada é gratuita.

Local: Neu Club
Rua Dona Germaine Burchard, 421, São Paulo

As bandas Terno Rei (SP), Meneio (SP) e The Shorts (PR) se apresentam na casa que sempre conta com bandas autorais antes de suas festas, no Esquenta. A entrada é gratuita.

Local: Funhouse
Rua Bela Cintra, 567, 01415-000 São Paulo

A festa Houdini contará com shows das bandas Kid Foguete e Moblins à partir das 21h!

Local: Largo do Paissandu
Lrg. do Paissandu, 01034-010 São Paulo

O Palco Test trará shows de cinco bandas ao ar livre, em frente à Galeria do Rock: as paulistas Projeto Trator, Fear of the Future, Autoboneco, Subcut e a paranaense Vermes do Limbo.

Local: Praça Vitor Civita
Rua Sumidouro, 580, 05428-070 São Paulo

O Rock Ex Machina e o Tendal Independente fecham parceria para levar pras ruas o som das bandas independentes. Shows de Bufalo, Z13 Duo, Giallos e O Grande Ogro.

Local: Razzmatazz
Rua Wisard, 271, 05434-080 São Paulo

Shows de Bike, The Cigarrettes, Lava Divers, Gorduratrans, Poltergat e The Soundscapes mostrando que a cena independente continua viva e forte para o povo da Vila Madalena.

Local: Passagem Literária da Consolação

Com entrada grátis, a Passagem Literária da Consolação recebe a partir das 16h shows de Continental Combo, Os Radiophonicos, Os Estilhaços e Os Skywalkers.

Virada Virtual

Para quem não quer ou não pode sair de casa, o dia da música também terá a terceira edição da Virada Virtual, festival online gratuito com 24 horas de música ao vivo sem parar! Shows para todos os gostos, tudo com muita qualidade. Anota aí: Di Melo, MSário, Samba da Valdineia com Trio Gato com Fome, Paula Sanches e Paulinho Timor, Tupiniquin, Cavalleria, Verônica Decide Morrer, Fino do Rap, Lobotomia, Freetools, TopsyTurvy, Mano Ble, Meneio, Luiza Meiodavila, Falso Coral, A Bandallera, Eristhal e Rafael Castro, Luque Barros, Juliana Perdigão e os Kurva, Leptospirose, Muzzarelas, Lineker, Indaiz, Rico Dalasam e Filpo Ribeiro e a Feira do Rolo.

Tem mais? CLARO que tem mais. Para saber de TODOS os shows que rolam neste dia (dentro e fora de São Paulo), é só conferir no mapa do site oficial da data:

http://www.diadamusica.com.br/festival/mapa