Sitonio lança clipe de “Sobrado” e aborda as sobras de um relacionamento

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É prazeroso ouvir uma música que fale de relacionamentos e seus fins de forma leve. Quando se entende que se acaba e o que sobra é o respeito. É nessa pegada que Sitonio lança seu clipe “Sobrado”, que aborda o fim de um relacionamento com muita tranquilidade, passando para o ouvinte, um estado de espírito leve, harmônico.

O trabalho de audiovisual dialoga ricamente com a letra e melodia da música. Deixa o peso dos fins de lado e abraça um mundo cheio de arte, levando sua mensagem em um tom agradável, soando bem aos ouvidos.

O cenário do clipe intriga o expectador quando o diretor, Rodrigo Barros, escolhe locais que são geralmente cheios, onde circulam sempre muitas pessoas, muitas mesmo, e jogo o ator na solidão desses lugares. O ator, Lucian Costa, se encontra só e dialoga no seu íntimo com uma dança suave, passando uma sensação de mudança e transformação sem dor. E, apenas, um dado momento, ele se solta da mão da companheira, a atriz Marília Xavier, e se perde no mar de gente.

O clipe foi gravado, majoritariamente no centro do Recife e em locais de grande expressividade como a Ponte de Ferro, Trilhos do Metrô, Marco Zero, Rua da Aurora, Universidade Federal de Pernambuco e muitos outros lugares. As captações começaram em 2017 e foram finalizadas em fevereiro de 2018. A coreografia foi idealizada por Lucian Costa e Marília Xavier.

“O clipe tenta passar a ideia de como se os atores tivessem dançando juntos, mas ele se percebe só. É um diálogo com a letra da música, que fala de uma separação bem rápida”, contou Felipe Sitonio.
Esse trabalho está disponível no Youtube. É só dar o play e perceber os encantos desse trabalho. É leve, vale ouvir em todas as horas do dia!

Paquetá disponibiliza clipe surf punk para a música “Guanxuma Jamaicana”

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Os gaúchos da banda Paquetá guiaram as melhores ondas no seu novo video-clipe, “Guanxuma Jamaicana”. Com produção de Lucas Nóbrega, a banda visitou as praias de Fernando de Noronha, Praia do Francês (Alagoas), e Novo Campeche (Floripa). A música está presente no EP “Surfadelic Dreams”, do ano passado.

O vídeo-clipe conta com um tratamento ultra vintage nas imagens, tornando uma viagem entre os anos 60 e atualmente, em um modo caseiro que traz uma intimidade maior entre a banda com o público.

Deixando a galera com maiores expectativas, o grupo de Canoas-RS declara que logo irá lançar nas plataformas digitais mais um trabalho de inéditas, com o nome de “Badtrip for Democracy”. Fogaça, Hogrefe, Dagger e Wender são os feras que prometem detonar o surf punk e continuar agitando as ondas sulistas.

“Braço de Ferro” e uma reflexão sobre a nossa existência da De Um Filho, De Um Cego

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De Um Filho, De Um Cego

Sim, tem dias que nos colocamos a pensar sobre a nossa existência, questionamos sobre que caminho estamos e sobre a nossa direção. O sinal fecha e parados em meio ao caos começamos a nos sentir, a nos perceber. Essa foi a reflexão trazida em “Braço de Ferro”, single clipe da banda De Um Filho, De Um Cego, que foi lançado no final de abril e prenuncia um trabalho que será apresentado ainda em 2018.

Com uma composição simples, contendo apenas quatro períodos, o compositor Waricoda convida a falar sobre conflitos. Bom, a interpretação é pessoal, mas a música sugere uma ideia de conflitos, onde alguém cede/perde, para se ganhar em conjunto. É a lei natural da convivência em sociedade e construção das relações.

A melodia melancólica que vem acompanhando essa letra, arma um cenário bucólico e intrigante perfeito para se deleitar nessa reflexão. A voz pergunta, a guitarra responde e tudo soa harmônico. No clipe, dirigido, produzido e captado por Lucas Kakuda, esse cenário se materializa entre um trago e outro. Só se sente.

Esse é primeiro single do álbum “Mente Andorinha”, que terá seu lançamento fracionado em dois EPs, o primeiro com lançamento previsto para o segundo semestre de 2018 e o segundo em 2019. Aliás, formato esse que foge dos lançamentos naturais e ousa na nova tendência, que é apostar em respostas mais rápidas com trabalhos mais curtos, embora de igual qualidade.

De Um Filho, De um Cego abre a primeira porta para se entrar nesse mundo racional e anuncia um trabalho livre, solto. Fica a reflexão, e que bela reflexão!

Furia Rockpaulera: novo lyric video apresentando as “Feridas do Terceiro Mundo”

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Os gaúchos da Furia Rockpaulera aparecem com grande novidade neste ano. Apresentam aqui, a faixa inédita “Feridas do Terceiro Mundo”, com a produção de Leo Mayer. O power trio chega apresentando armas e deixando o público com aquele gosto de “quero mais” pois esta é a primeira faixa apresentada neste ano, e questiona os ouvintes sobre um possível lançamento de um novo disco ainda neste ano.

O lyric apresenta os desenhos do baterista do grupo, Fabricio Ruivo, tendo nos backings vocals participações de 15 nomes do underground gaúcho. Vale a pena conferir:

Banheiro Azul: declarado o “Estatuto dos Sonhos” nas telinhas em seu novo clipe

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A banda carioca Banheiro Azul disponibiliza o clipe da música “Estatuto dos Sonhos”, faixa homônima ao álbum. O clipe teve períodos de gravação, sendo entre novembro/2017 e fevereiro/2018 contando com belos cenários: Cinelândia/RJ, Cruzeiro de Nova Iguaçu/RJ e Praça do Skate – Nova Iguaçu/RJ.

A música busca tratar em seu blues rock um pouco sobre os ganhos da vida, querendo tratar do dia-a-dia do brasileiro. Levadas firmes na bateria com slides e sintetizadores marcam o single escolhido para a transformação do mais novo vídeo-clipe.

O próprio grupo musical fez a direção do clipe, enquanto a filmagem e edição ficou a cargo da Fator 3 Comunicação. Confira:

Roboto faz agradecimento aos fãs através do seu novo videoclipe, “Tempo”

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Os mineiros da Roboto trazem o lançamento da faixa “tempo” para o YouTube. Captada no Studio Roffer por Marcelo Rocha, foi originalmente lançada na coletânea “BH do Barulho Volume 3”, editada pela Ganmit Discos em dezembro de 2017. Agora, ganha um vídeo com imagens captadas por Ise Fernandes, Vinícius Lira Garcia e Rodrigo Nueva durante show da banda no já mítico Vintage13, além de imagens adicionais por Rafael Luciano.

Faixa que apresenta todo o lado “punk-stoner” da banda, com um áudio mais “cru”, levando o telespectador para dentro da energia da banda. Um som de peso que apresenta grandes viradas de ritmo, assim como o “Tempo”. Enérgico som para marcar bem seu dia.

[Exclusivo] Pata lança clipe noventista para “Monster”, faixa do EP “Wild and Cabeluda”

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Acaba de ser lançado o videoclipe da música “Monster” do trio Pata, com imagens gravadas durante o show de lançamento do primeiro EP da banda, “Wild and Cabeluda”, na Casa do Jornalista em Belo Horizonte. Misturadas à imagens do filme “Yongary” de 1967, dirigido por Kim Ki-duk, a obra oferece, segundo a vocalista e guitarrista Lúcia Vulcano, “uma analogia para os sentimentos evocados na música, que em em alguns momentos parecem conjurar a forma primitiva monstruosa que nos habita, única capaz de exteriorizar toda nossa opressão. Mas até o monstro destruidor, pode demonstrar ternura. Mas só depois do caos. E não por muito tempo”.
Assista:

– Vamos logicamente começar falando do clipe de “Monster”! Como foi que rolou esse clipe tão noventista?

Acho que foi uma estética um pouco natural quando pensamos em fazer o clipe, já que o som da banda é bastante influenciado por essa década. Quando o Fábio Belotte (diretor do clipe) veio com as ideias, fomos caminhando meio que naturalmente para isso.

– E, é claro, o clipe tem um monstro.

(Risos) Sim! É a Yongari, uma monstra (!!) do filme do sul coreano Kim Ki-duk, “Monster From the Deep”. Na época (1967), era um filme concorrente do Godzilla.

– Me conta mais sobre a letra de “Monster”. Tem uma pegada bem L7, né.

Tem bastante influência, mas acaba que a abordagem da letra é um pouco diferente. A nossa “Monster” fala mais de um conflito interno, de uma coisa que foi se construindo ao longos dos anos e subjugando a pessoa aos poucos – um tipo de hospedeiro, um verme que suga o hospedeiro e, de certa forma, rouba a forma da pessoa se transformando nela.

– Esse som faz parte do primeiro EP da banda. Como rolou esse trabalho?

Eu tinha algumas músicas compostas e queria dar um corpo para esse projeto com essas composições. Acabei criando a pata para dar vazão a essas músicas. Decidi grava-las para ter um registro e colocar o trabalho para frente. Gravei tudo em casa, eu mesma – com a ajuda de alguns amigos. Acho que o “wild and cabeluda” foi uma das coisas mais desfiantes que fiz na vida.

– Então na real o Pata é mais um projeto solo do que uma banda, certo?

Não, é uma banda mesmo. Somos um trio – Eu, o Lulu e a Beatriz. Eu só dei o primeiro passo para a tirar a pata do papel – hoje temos muito mais um pensamento coletivo na criação dos arranjos. As músicas novas estão vindo a partir dos nossos ensaios e de longas conversas.

– Aliás, me explica o nome do EP, “Wild and Cabeluda”.

Bom hehe o nome da banda, pata, veio a partir da expressão pata de camelo, ressignificando-a como um símbolo de resistência das mulheres – uma subversão da noção que o corpo da mulher deve ser escondido. Apesar de que não é preciso ter uma pata de camelo para ser mulher, existem outras formas de ser. Daí o nome do EP, selvagem e cabeluda, que confirma essa ideia de subversão.

– Como você vê o crescimento dessa onda conservadora no mundo e como isso está servindo de combustível para o contra-ataque de quem vai contra esse pensamento?

É assustador. Eu não diria que é um combustível, pois a gente funciona bem sem essa onda conservadora, mas é definitivamente um alerta.

– Seria ótimo não precisar contra-atacar, né…

Com certeza!

– Vocês já estão trabalhando em novas músicas?

Sim! Estamos idealizando o nosso primeiro álbum e tem sido bem divertido.

– Dá pra adiantar alguma coisa sobre ele?

Estamos no processo de escolher as músicas e ver o que funciona em cada uma. Já temos o nome! Mas é segredo, por enquanto (risos).

– E vocês já estão fazendo shows de divulgação do EP? Como estão rolando?

Estamos sim, inclusive nossa próxima data é no dia 30 de março aqui em BH no Saramandaia.

– Recomendem bandas independentes que chamaram sua atenção nos últimos tempos.

Tem a Whatever Happened to Baby Jane que é muito massa, a Bertha Lutz daqui de BH, Charlotte Matou um Cara, Demonia, Lava Divers!

YMA mostra admiração pelo realismo fantástico no clipe de “Vampiro”, faixa de seu novo EP

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foto por Gabriela Schmidt
A cantora e compositora paulistana YMA acaba de lançar “Vampiro”, clipe da faixa produzida por Fernando Rischbieter e lançada pela Matraca Records, gravada nos estúdios da YBmusic. A música fará parte de seu novo EP, que será lançado em breve. O instrumental da faixa mostra uma sonoridade mais orgânica que a ouvida em seu último single, “SABIÁ”, lançado em julho. A banda que acompanha as gravações e shows conta com os integrantes Uiu Lopes (baixo), Marco Trintinalha (bateria), León Perez (teclado) e Dreg Araújo (guitarra). 
“Vampiro está na fantasia de uma subjetividade que foge um pouco da liquidez dos afetos, e é exatamente onde eu gostaria de me perder! (risos)”, conta ela. As gravações do clipe aconteceram em Blumenau – SC no brechó Paradise, organizado por Mayara Cruz (Morgy), que protagoniza o clipe junto com Gustavo Starke (N3fxt). A direção é assinada por YMA e pelo videomaker Daniel RootRider.

– Me conta mais sobre “Vampiro”, que acabou de sair!

“Vampiro” é uma música bem recente, dessas que a gente escreve de uma vez só. Estará presente no meu próximo EP que sairá em breve! Mas surge dessa minha admiração pelo universo do realismo fantástico. Componho de forma muito imagética, geralmente na composição já me vem na cabeça parte do arranjo e também ideias de um possível clipe. Nesse caso de vampiro, o clipe e a música para mim resultam num trabalho só. Como uma mesma obra.

– E do que fala a música? Como ela surgiu?

Pelo que me lembro, começou por uma sensação de querer ser levada para outro lugar, viver algo novo e diferente. Logo surgiram imagens desse lugar, e na música coloco um pouco das sensações que esse lugar me causava. Depois esse universo me apresenta a figura do vampiro que pertencia a esse lugar. Mas a música é basicamente sobre as idiossincrasias de um relacionamento. E de certa forma, os relacionamentos podem criar uma espécie de mundo paralelo criativo. Como uma sinergia pulsante que mora em mim. Mas a fantasia sempre se desvela de maneira intensa comigo.

– Me conta mais da história do clipe!

No fim de semana seguinte da gravação da música, tinha combinado uma viagem pra Blumenau. Durante a semana que passou pensei na possibilidade de fazer o clipe por lá, já que já era fã do trabalho do Daniel RootRider – que assina a direção do clipe comigo. Então fui escrevendo o roteiro na estrada para lá. Montei uma equipe de maneira muito rápida, com os amigos que tinha na cidade. Foram dois dias de gravação, no primeiro fizemos as cenas da festa, que foram no brechó da Mayara Cruz, o Paradise. Mayara protagoniza o clipe junto com o Gustavo Starke, que é um amigo designer. Nenhum dos dois tinham experiência com atuação, mas era perfeito para a intenção despretensiosa do clipe. No segundo dia não sabíamos exatamente onde gravar, e ainda por cima chovia muito. Então acabei gravando na casa da sogra. hehe Mas de modo geral tudo aconteceu muito rápido, as gravações do EP, o clipe, foram muitas trocas intensas em pouco tempo.

– Conta como é a história desse clipe.

Acho que ela já é bastante explícita (risos). Mas tudo começa numa festa embalada nas luzes de neon, onde Morgy encontra N3fxt – um ser cuja respiração está fora de nosso tempo/espaço. Eles saem da festa para um after, e N3fxt se revela um vampiro. E eu vou acompanhando a estória como uma observadora, ou talvez como a pessoa que está sonhando aquilo.

– Pode me contar um pouco mais sobre o EP que está chegando? O que podemos esperar nele?

Estou sempre no processo de transmutação, e vejo nas gravações um laboratório cheio de possibilidades. Os trabalhos são bem diferentes uns dos outros, desde o primeiro EP que lancei em 2012. Serão 4 faixas com essa sonoridade mais orgânica, de banda. Bem diferente do single “SABIÁ” que lancei em julho desse ano. Quem gravou comigo foi a banda que me acompanha nos shows, o Uiu no baixo, Dreg na guitarra, Marco na bateria e Leon nos teclados. O EP está sendo produzido pelo Fernando Rischbieter, que tem trabalhado comigo nos últimos tempos e que também abriu o selo Matraca Records, por onde o EP será lançado. Gravamos nos estúdios da YB, o que é muito especial, poder gravar num espaço onde muitos artistas que eu admiro já passaram.

foto por Gabriela Schmidt

 

– Fala pra gente sobre os trabalhos que lançou antes disso.

2012 foi quando gravei minhas primeiras canções. Fiz amizade com um grupo de músicos incríveis que produziam num espaço chamado Cambuci Roots, que é o pessoal do Saulo Duarte e a unidade, Daniel Groove, Los Porongas e muitos outros artistas que frequentavam o lugar. O EP se chama “Yasm(in) the Sky” e foi produzido por mim e pelo João Leão. Minha música preferida do EP é “Homem Frio”.  Logo após o lançamento engravidei, e fui me dedicar a maternidade. Então não consegui levar esse trabalho adiante. Durante o processo da maternidade, percebi que amadureci em muitos aspectos, principalmente no processo criativo, apesar de não colocar a maternidade como tema em minhas canções. Em 2016 voltei a compor, com mais afinco, o que resultou numa nova leva de inspirações, que abasteceram algumas canções que resultaram nos trabalhos mais recentes. “Sabiá” já tinha composto há um tempo, mas por falar sobre questões ainda muito atuais na minha vida, decidi gravar com uma roupagem mais eletrônica. Também produzimos um clipe pra ela, dirigido pela Nina Kopko, tem uma pegada mais conceitual, e envolvimento de vários artistas que admiro.

– Como começou sua carreira?

Não durou muito tempo o estúdio de música que meu pai havia montado em casa, acho que eu tinha uns 5 anos. Mas foi ali o começo de um contato musical que ao longo dos anos anos se tornou vitalício.
Aos 15 anos me formei em uma escola de iniciação artística, onde tive passagens e experimentos com as mais diversas linguagens durante os 9 anos que vivi na escola. Era muito difícil escolher apenas uma frente, na minha cabeça todas elas dialogavam, e eu simplesmente queria fazer parte de tudo aquilo, então para além da música, sinto pulsos de imagens, movimentos, cores, todo universo artístico colabora muito com o meu processo criativo.

– Como você vê a música independente hoje em dia? O mainstream ainda é necessário?

Acho que se ainda existe um mainstream (investimento pesado de grana e de exposição em alguns artistas), deve estar servindo pra alguém. Mas essa separação tá cada vez mais difusa. Hoje em dia há muitos caminhos pra conhecer música nova e artistas diferentes, e também ferramentas mais acessíveis para esses artistas produzirem seus trabalhos. Agora, a questão da grana realmente é um abismo.
Tem que batalhar pra que os artistas independentes não morram na praia e tenham uma vida mais bacana com o trabalho deles. Quero muito ver as minas maravilhosas que acompanho ganhando uma grana massa com o trabalho delas!

foto por Gabriela Schmidt

 

– Agora, com a queda das gravadoras, o trabalho de mulheres autorais está cada vez mais forte e presente. Como você vê isso e como você vê o machismo que continua presente no mundo da música?

Recentemente gravei com a Elga Bottini, que é produtora musical. isso nunca tinha acontecido antes. Ver uma mulher pilotando um estúdio. A energia da mulher muda completamente o ambiente e a forma de trabalho. Me senti acolhida, e muito a vontade pra gravar e me soltar. Tenho certeza que outras pessoas e sentiriam o mesmo. Quero muito ver as minas ocupando todos os lugares que são ocupados em sua maioria por homens. É uma luta muito importante, fico feliz de acompanhar as mulheres que colocam cara a tapa, e de estar vivendo esse momento da ruptura feminista. Sou muito otimista, sinto que aos poucos as mudanças vão acontecer, e pra isso nós mulheres, devemos nos informar, trocar, exteriorizar e gritar se for preciso.

– Quais os seus próximos passos?

Lançar o EP, fazer mais shows e ir aprimorando as performances, para levar mais mágica pro palco. ❤️

– Recomende bandas e artistas independentes que chamaram sua atenção nos últimos tempos!

De todas as perguntas essa é a mais difícil, tem muita coisa! (Risos). Mas vamos lá! Há pouco tempo conheci a CLAIRO, que tô pirando! Lomboy, Weyes Blood, uiu, PAPISA, Men I trust, cinnamon tapes, mia beraldo, césar lacerda, dolphinkids, Sunflower Bean. Difícil, tentei listar as mais recentes mesmo (risos).

FITA lança clipe para o single “Take Me To The Ride Tonight” com participação de Adriana Marroni

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FITA

Foi lançado hoje o clipe de “Take Me To The Ride Tonight”, single do primeiro EP do projeto FITA, de André Luiz Souza Silva. Inspirado na música eletrônica dos anos 80, o trabalho tem uma base forte em nomes como New Order, Human League e outros da cena synth pop.

“‘Take Me To The Ride Tonight’ é a mais pop e eu acho que é a melhor do EP”, conta André. “Eu gosto muito dela,
é bem produzida. Tenho um apego bem sentimental por ela”. O clipe foi gravado em uma tarde utilizando uma máquina de fumaça. “Fizemos na sala, a ideia era fazer num esquema live session. Usamos um celular e duas câmeras. A música é tocada ao vivo, sem overdub. Usamos o som das câmeras somado ao som da mesa”, explica.

O clipe foi dirigido e produzido pelo próprio André juntamente com Bruno Duarte (HerodLoyal GunPenhasco e O Apátrida) e conta com a participação de Adriana Marroni, que também participa da faixa do EP “Stick The Crazy”. “A letra é dela, inclusive. A gente tá muito entrosado, ela tem cantados em.todos os shows. Espero que ela tope escrever algo pro próximo disco, que sai em março”.

Confira o clipe de “Take Me To A Ride Tonight”:

Banda mineira Revolução lança novo hino nacional com vídeo inspirado no Queen

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O Brasil é um país repleto de polêmicas em sua vida política e social. E os políticos de Brasília vivem dando motivos de revolta para os cidadãos. Nesse clima de insatisfação, e com muita ironia, a banda Revolução resolveu reescrever o hino nacional, de um modo mais honesto. A canção “Hino Brasileiro Sincero” é a principal música do EP “O Mito da Alegria Tropical” e mescla ritmos e poesia para cantar a realidade do país.

O videoclipe foi dirigido pela banda e contou com imagens do DVD Ao Vivo, gravado recentemente no Centro Cultural Venda Nova, em Belo Horizonte, atualmente em fase de mixagem. O vídeo homenageou a banda Queen em uma de suas mais emblemáticas músicas, “Bohemian Rhapsody”.

Veja o vídeo: