[Exclusivo] Dead Parrot absorve novas influências e voa mais alto em seu segundo EP, “Inner Battles”

Read More
foto: Gustavo Cangani

Formada por Mariana Ceriani (vocal), Victor Vianna (guitarra), Matheus Stoshy (baixo e vocal) e Bruno Bronzatti (bateria), a banda de Campinas Dead Parrot lança hoje seu segundo EP, “Inner Battles”, gravado no Estúdio Dalla Sound. O novo trabalho conta com quatro faixas e mostra um som mais amplo que a estreia em “Dead Parrot”, inserindo novas influências e sonoridades no classic rock com pitadas de blues do quarteto.

“Nesse EP, cada um compôs a letra de uma música, o que é bem bacana”, conta a vocalista. “A ‘Buckley List’ é de minha autoria, “Headstrong Rebel” do Bill, “Mindless” é do Victor e a “Presence” do Stoshy. O título “Inner Battles” tem a ver com essas quatro músicas, pois todas elas falam de certa maneira de batalhas pessoais, e como elas se conectam com o mundo atual também”.

Conversei com a banda sobre o novo EP, que você pode ouvir no final da matéria e já está disponível nas maiores plataformas de streaming e no Youtube.

– Me contem mais sobre o novo EP que vocês estão lançando!

Bruno: Então, esse é o nosso segundo EP, e acho que posso dizer por todos os integrantes da banda que este lançamento é nossa maior realização musical até agora. Estamos focados nesta empreitada desde o começo do ano, decidindo como poderíamos fazer para tirar o máximo proveito desta experiência, e estamos de fato muito orgulhosos do resultado. Estamos ansiosos pra mostrar finalmente os frutos de nosso esforço durante este ano.

– Como foram as gravações do EP?

Victor: Foram bem tranquilas e rápidas, as 4 músicas já estavam bem sedimentadas na cabeça de todo mundo, cada um sabia bem sua parte, e o Cauê Pitorri do Estúdio Dalla Sound nos ajudou bastante também com dicas e alguns toques pra ficar o mais profissional possível. A guitarra e o baixo fizemos as linhas em casa mesmo e levamos as faixas prontas para re-amplificar no estúdio. A bateria e a voz foram captadas pelo Cauê direto no estúdio, e ele ficou responsável pela mix e master do trabalho inteiro também, sempre dando bastante espaço para o que nós queríamos pro nosso EP.

– Como foi a composição das novas músicas?

Mariana: Geralmente nosso processo de composição ocorre em um primeiro momento individual, e depois acertamos as linhas quando nos reunimos. Nesse EP, cada um compôs a letra de uma música, o que é bem bacana. A “Buckley List” é de minha autoria, “Headstrong Rebel” do Bill (baterista), “Mindless” é do Victor (guitarra) e a “Presence” do Stoshy (baixo). O título do album “Inner Battles” tem a ver com essas quatro músicas pois todas elas falam de certa maneira de batalhas pessoais, e como elas se conectam com o mundo atual também. Apesar de serem escritas individualmente, nos conectamos por esse tema em comum, e na verdade isso foi inconsciente, quando nos reunimos para discutir o nome do album vimos que todas as letras tinham essas características.

foto: Gustavo Cangani

– Como esse EP difere do trabalho anterior da Dead Parrot?

Mariana: Eu destacaria que estamos mais entrosados e alinhados como banda, o que permitiu que trabalhássemos com mais calma nas músicas, já que o processo durou um ano inteiro. Nos reunimos diversas vezes para alinhar o som antes de entrar em estúdio. Também investimos mais no produto final, já que tivemos o apoio do pessoal do Dalla Sound Studio, de Campinas, pra nos auxiliar em todo processo de gravação, mix e master.

– Ouvi o EP e acredito que vocês tenham se destacado um pouco do classic rock do primeiro, incluindo novas influências. É isso mesmo?

Matheus: Isso aconteceu mesmo, Difícil rastrear, o porquê, mas o fato de cada música ter um compositor diferente da banda pode ser um motivo. Também rola o fato de ter uma vontade geral de colocar novos elementos, adicionar características do progressivo moderno tem sido comum nos nossos sons.

– Quais novas influências vocês citariam?

Victor: Pra esse EP acho que é mais difícil dizer, pq as músicas ja estão prontas faz quase um ano, e nesse tempo as coisas mudam bastante, principalmente o que temos ouvido ultimamente, pra vc ter ideia, além das 4 do primeiro EP e dessas 4 do novo, temos mais 11 músicas praticamente terminadas, então as influências não são constantes, estão sempre mudando. Acho que ultimamente o que tem tido mais influência nas nossas criações são bandas como Tool, Them Crooked Vultures, Mars Volta, Jeff Buckley, Soundgarden e Queens of the Stone Age para citar algumas.

– E quando começam os shows desse novo EP? O que podemos esperar? 🙂

Victor: Estamos montando nossa agenda de lançamento do EP, já já vamos anunciar alguns shows para apresentar o novo EP e também experimentar com algumas das novas músicas que estamos compondo ultimamente. Vontade da banda de tocar não falta, esperamos poder tocar bastante para divulgar bem nosso trabalho e dar continuidade no ano que vem com novas composições.

Ouça “Inner Battles”:

Exclusivo: assista “Volta Pra Casa”, o novo videoclipe do projeto Massimiliano

Read More

O álbum “Briza”, de Massimiliano, lançado este mês, passeia entre o rock, mas sem deixar de lado o rótulo de gaúcho por mesclar gêneros regionais, em especial a saudosa milonga. O próprio cantor e compositor, Alex Vaz, que chega ao seu terceiro álbum, também abre a possibilidade ao post rock, por conta da estrutura das canções, mas talvez também noise, por conta da sonoridade. Tudo isso já nos mostra o quão diverso e único é o projeto que ele desenvolve desde 2010.

Confira o clipe da música “Volta pra Casa”:

Com uma narrativa em tom de desabafo, ele alia amor e revolução, questionamentos existenciais e políticos, em 12 faixas, que foram gravadas no A Vapor Estúdio, em Pelotas/RS. A masterização foi realizada por Lauro Maia, vencedor do Grammy Latino pelo disco Derivacivilização (2016), de Ian Ramil.  Ao vivo, o projeto Massimiliano se concretiza com uma banda de apoio formada por Daniel Ortiz, Alércio PJ (do Musa Híbrida) e Vini Albernaz (também do Musa Híbrida).

Confira nossa entrevista com Alex, sobre a construção do projeto e seu mais novo lançamento:

Como foi e quanto tempo durou o processo de composição do álbum? 
O álbum começou a ser concebido em 2014. Nesse ano, compus as músicas e delimitei a narrativa do disco. Em 2015, gravei uma pré do mesmo no meu home studio e em 2016 comecei o processo de gravação num estúdio profissional. Entretanto, veio a crise, faltou grana e eu segurei essa etapa. No final do mesmo ano fui convidado para fazer parte do Escápula Records.  Em março de 2017 entrei em estúdio para gravar as guias e em junho do mesmo ano estava entregando o disco para a etapa de mixagem. Apesar de angustiante, foi um processo tranquilo para mim, porque entrei em estúdio já sabendo o que queria fazer.

Quais as suas maiores influências musicais?
Sempre difícil falar sobre isso, portanto vou falar sobre os nomes que usei como referência para gravar esse trabalho. Nomes como Serge Gainsbourg, Chito de Melo, Júpiter Maçã, Jards Macalé, Arrigo Barnabé, Rogério Skylab e Nação Zumbi deram o norte para esse trabalho e posso colocá-los no rol das minhas influências gerais.

Qual a origem do nome Massimiliano para o projeto? 
Massimiliano foi inspirado no personagem do romance “O Ganhador”, do escritor Ignácio de Loyolla Brandão, por quem nutro sincera admiração. No livro, Massimiliano é um suposto ganhador de festivais – que na verdade nunca ganhou nada –  que viaja o Brasil profundo, vivendo situações típicas da vida de músico.

Podes contar um pouco mais sobre os dois álbuns lançados anteriormente? E como começou sua carreira?
“Descontrução” e Orleanza” são dois trabalhos do ano de 2013. “Orleanza” foi lançado primeiro. Gravei o disco de maneira analógica, com produção conjunta do Guilherme Ceron, que hoje trabalha com o Ian Ramil. Na época, juntamos alguns músicos amigos, microfones e uma mesa de fita. Registramos o álbum de 4 canções em uma noite, gravando tudo ao vivo. “Desconstrução”, também do mesmo ano, teve um processo bem diferente. Eu comecei uma campanha que consistia em compor, produzir, gravar e publicar uma música no espaço de uma semana. Fiz isso uma vez por mês, entre março e novembro do mesmo ano. No final do mesmo ano, o disco ficou pronto, como nove canções  e saí em turnê pelo Uruguay para divulgar o trabalho.

Minha carreira começou tocando em bandas do circuito underground aqui de Pelotas. Em 2006, comecei um trabalho junto com outros amigos que durou até 2012 e que foi base e escola para mim e para eles, a banda Canastra Suja, no durante sua existência lançou 2 discos de estúdio, um ao vivo e dois EPs, além de 3 vídeo clipes. Da banda Canastra Suja derivaram o projeto Massimiliano e a banda Musa Híbrida.

Conta mais sobre a ideia e execução do clipe “Volta pra Casa”. De onde surgiu o anseio de dar visibilidade ao estado do Teatro Sete de Abril? 
A ideia do clipe era fazer um audiovisual sobre a canção mais calma do “Briza”. Uma canção que fala sobre partida e o sentimento de ausência e fragilidade que uma despedida bruta causa. Conversei muito com o Felipe Yurgel – videomaker e diretor que já havia dividido a produção do clipe da música O pampa não tem culpa comigo – e chegamos no conceito estético de trabalhar com uma imagem que dialogasse com o resto do álbum. Como locação escolhemos a frente do Theatro Sete de Abril.

Teatro histórico no Brasil. Foi o primeiro teatro construído no Rio Grande do Sul e um dos mais antigos do Brasil (1834).  Recebeu, nomes importantíssimos da arte e cultura nacionais e internacionais, além de ser um aparelho cultural imprescindível para a comunidade gaúcha e pelotense.  Até o seu fechamento – em dezembro de 2010 – era o Teatro público mais antigo do país em atividade. Por conta disso, o vídeo também vem fazer uma denúncia e um apelo pela volta do palco mais importante do Sul do Brasil que está criminosamente abandonado pelas gestões municipais desde então.

Ouça o disco “Briza” aqui:

Segundo single do disco novo do Weezer tira o “susto” do primeiro ao voltar às raízes de “Pinkerton”

Read More

Quem não se lembra da primeira vez que ouviu “Pinkerton”, o álbum mais pessoal (e para muitos o melhor) do Weezer? A sujeira aliada às canções do power pop renovado que já faziam no “Blue Album” decorando letras até constrangedoras de tão pessoais. O segundo disco que é tão temido pelos artistas por ser a confirmação do seu lugar no panteão dos grandes ou a simples continuidade da vida de rock star que vira e mexe é invejada nas primeiras canções.

Em 1996 quando Rivers Cuomo se alternava entre o estúdio (em aparições raras, mas produtivas) e sua vida solitária e atormentada de um estudante de Harvard que acabara de fazer uma cirurgia para corrigir um defeito de nascença no tamanho das suas pernas e andava por aí de muletas como um velho, rabugento, os outros membros do Weezer se alternavam entre projetos paralelos e depressões pós-fama bem encaminhadas. Depois de “Pinkerton” sobreviveram os que seguiram Cuomo na sua jornada ao pop, enquanto Matt Sharp, o icônico baixista dos backing vocals agudos, se mandava pra cuidar do The Rentals, que mantinha as raízes de geek mal amado dos primórdios do Weezer.

O Weezer seguiu em frente lançando disco após disco, alguns com muitas boas canções, mas nenhum com a mesma verve atormentada e dramática dos dois primeiros álbuns. Rivers se tornou o típico pai americano de bigode e tudo e a banda se enveredou por cada seguimento da música pop americana, cada vez mais se distanciando das suas raízes numa espécie de odisseia pra fugir do tédio (ou talvez dos traumas relatados em “Pinkerton”). O resultado foram discos tão frequentes quanto eram chatos.

Mas então Rivers ficou velho e se viu entediado com a fuga do próprio tédio e assim como muitas bandas já fizeram resolveu voltar às raízes com o bom disco “Everything Will Be Allright in the End”. Canções de bom power pop, com a volta das guitarras sujas e a coreia de raio tão icônica do nerd rock star que sempre foi a melhor persona de Cuomo. Particularmente eu achei o disco regular. A tentativa é válida e produziu grandes hinos, mas há muito mais de Mea Culpa ali do que volta às raízes. No entanto, era um disco bom Weezer depois de tantos anos…

Até agora. No último mês o Weezer lançou dois singles que segundo seu frontman não fazem parte de um álbum novo. O primeiro, “Thank God For Girls”, pareceu uma continuação da eterna busca de Cuomo pela fuga do tédio, mas como single achei bom como algumas das canções do “Red Album”. Longe dos primórdios, mas rock’n’roll de muita boa qualidade. Mas então veio o segundo single…

No primeiro acorde de Do You Wanna Get High? algo do Weezer Boy que fui quando ouvi “Pinkerton” pela primeira vez despertou em mim automaticamente. A canção permeada pelas guitarras sujas dando base pro vocal melancólico de Cuomo me fez pensar que estava em 1997, pela primeira vez desde 1999 senti que o velho Weezer estava de volta. Toda a verve que fez o Weezer ter sua legião de fãs leais está ali, baixo alto dobrando os acordes pesados, vocais agudos e melancólicos alinhados com backings sensacionais, um solo de guitarra que me lembra o de “The Good Life” e uma letra genial que você vai cantar pelos próximos 15 anos.

Conhecendo Rivers como conheço já espero esse evento de nostalgia como único e logo virão mais singles cobrindo as mais variadas fases da banda, mas o garoto de 15 anos em mim sussurra baixinho: “Holly Molly, I think I’ve got one here…”

Song and Dance Men lança “Nouvelle Vague”, primeiro single de seu novo disco “When I Still Smoked”

Read More
Song and Dance Men

Vinda diretamente de São Carlos, interior de São Paulo, a banda Song and Dance Men lançou nesta semana “Nouvelle Vague”, o primeiro single de seu novo disco, “When I Still Smoked”, a ser lançado no dia 2 de outubro. Produzido por Marky Wildstone, baterista do grupo, o disco mistura indie rock, o rock alternativo dos anos 90 e um pouco de shoegaze. O quarteto conta também com Henry da Rocha (vocal e guitarra), Rafael Palma (baixo e backing) e Saulo Santil (guitarra e backing).

‘Nouvelle Vague’ é o primeiro single do disco, escolhemos ela porque me parece conter as características mais marcantes da banda: aquela energia jovem das bandas de rock alternativo, um tom triste e singelo nas melodias e um refrão que dá pra assoviar”, disse Marky. “O tema, desde a primeira vez que eu ouvi me lembrou algumas coisas do Weezer, Pixies e Superchunk que foram bandas que curti bastante nos anos 90, mas ao mesmo tempo me trazia algo fresco e novo.”

“O disco ‘When I Still Smoked’ tem 11 faixas bem diferentes uma das outras, gravamos ao vivo, durante 3 dias num casa de campo aqui na região de São Carlos, foram dias de trabalho intenso e muita concentração. Dias mágicos e cheios de emoção”, continuou Wildstone. “As influencias são uma mistura de tudo que já ouvimos na vida, muitos cantores dos anos 40 e 50, Bob Dylan, Lou Reed e bandas mais novas como Vampire Weekend. É o meu segundo disco como produtor e baterista e estamos bem felizes com o resultado. O disco sai no dia 02 de outubro e os CDs devem chegar no meio do mesmo mês com parceria da Wildstone Records e a estampa gaúcha Selo 180.”

Confira “Nouvelle Vague” aqui:

Electric Parlor lança seu primeiro clipe, “Last Battle”, apostando no som e visual do rock dos anos 70

Read More
The Electric Parlor

O Electric Parlor, banda de rock and roll setentista de Los Angeles, lança hoje seu primeiro clipe, “Last Battle”, single do primeiro disco do grupo lançado em 2014. Conversamos com o quarteto de espírito setentista em fevereiro deste ano (clique aqui para ler).

“O conceito do clipe começou com uma ideia, mas meio que mudou para outra conforme o processo de pós-produção foi rolando”, disse Zachary Huling, baterista do grupo. “A essência da letra da música é sobre uma luta: a luta dos oprimidos, dos marginalizados, as pessoas que querem ter uma vida melhor, então a ideia original era que o sentimento de angústia e tensão fosse capturado no vídeo. Na ideia original, o clipe teria cenas de conflitos históricos e imagens metafóricas da humanidade em uma performance ao vivo. Mas, conforme a edição foi acontecendo, percebemos que as filmagens da banda tocando eram tão fortes que decidimos fazer um clipe 100% com a gente tocando”.

Além de Zachary, a banda é formada por Monique Alvarez (vocal), Kris Farr (guitarra) e Josh Fell (baixo) e aposta em influências clássicas como Creedence Clearwater Revival Led Zeppelin, além de bandas atuais que trazem o rock and roll de volta aos holofotes, como Alabama Shakes e Rival Sons. Você pode ajudá-los a produzir o primeiro disco deles em vinil na The Weingartner Phonogram Company, de Vancouver. E ele é roxo! Eles precisam de 100 compradores para que role. Colabore!

Assista o clipe de “Last Battle”, lançado com exclusividade no Crush em Hi-Fi:

 

Mac Sabbath: a banda que inventou o… er… “drive-thru metal”

Read More

Sim, o título do post está correto. Bandas esquisitas surgem mais rápido do que você pode imaginar, e a cada minuto alguém tem uma ideia “genial” para montar um grupo e sair fazendo barulho. Desta vez é o Mac Sabbath, uma mistura de Black Sabbath com McDonald’s. Algo como se o Ozzy trocasse o famoso lanchinho de morcego por um quarterão com queijo.

Mac Sabbath

A ideia foi de Mike Odd, empresário da banda, também responsável pela esquisitíssima Rosemary’s Billygoat. Não, a banda não revela seus nomes, então a origem é meio obscura e fantasiosa. Segundo Mike, em 2013 ele viu um palhaço assustador em Chatsworth, California. Seu nome era Ronald Osborne e ele tinha o conceito do tal “drive thru metal” junto com seus companheiros Slayer Mac Chesse (uma versão Motörhead-ish do Mayor Mac Cheese), Grimalice (que aqui no Brasil é o Shaky) e Cat Burglar (uma mistura do Papa Burguer com o Peter Criss). O tal palhaço sentou em sua mesa e falou da banda e Mike (que provavelmente é o próprio Ronald) disse que sim, ele seria o empresário do bando de mutantes da Monsanto parodiadores de Sabbath. O resto é história e carboidratos musicais.

A banda transforma clássicos do Sabbath como “Iron Man” em “Frying Pan”, “Sweet Leaf” vira “Sweet Beef” e “Paranoid” em “Pair-o-buns”. “Rat Salad”… bem, continua sendo “Rat Salad”, afinal.

Pode parecer uma coisa muito doida, mas se formos pensar bem, o Ronald McDonald é realmente mil vezes mais assustador do que o Ozzy Osbourne. Certo?

Curta a página oficial da banda e confira as datas dos próximos gordurosos shows: https://www.facebook.com/macsabbath

BBGG lança nova música, “Little Red Dot” e prepara clipe dirigido por Gregório Graziosi

Read More
BBGG

O quarteto paulista BBGG lança hoje sua nova música, “Little Red Dot”, gravada nos estúdios Costella, de Chuck Hipolitho, e Timbre, onde o baterista Mairena trabalha. “Essa música resume muito de como a gente deseja soar como banda. Sexy, sujo, pesado e melódico. Tem que ouvir pra sacar”, disse o baterista. A composição é do próprio, que também produziu o single. Ao invés de beber nas fontes posers de pseudo-vocalistas femininas que se acham a encarnação de saia de Lemmy, o BBGG buscou fontes mais puras, que flertam com Motörhead mas garantem a essência roqueira menos vitrinesca. Soa como se Joan Jett fizesse uma jam com o Sahara Hotnights entre uma e outra rodada de cerveja. Um Girlschool do século XXI.

Confira o lançamento exclusivo de “Little Red Dot” aqui:

“A inspiração é a nossa guitarrista Alê, que é uma baixinha ruiva, a ‘little red dot’! Ela tem muitos apelidos: gringa (porque nasceu na Califórnia), ruiva, ruivs, mas Little Red Dot foi uma imagem que pintou na letra mesmo e ficou por lá. O verso completo inicial da música diz ‘um pontinho vermelho no meu horizonte cinza’. Na verdade, eu fiz música pra todo mundo na banda já. É uma brincadeira interna nossa. Com bandmates tão gatas, não é preciso de musas externas!”, explicou o batera.

A música deve ganhar um clipe em breve. “Já estamos conversando com o Gregório Graziosi. Ele é um dos diretores mais promissores da nova geração do cinema brasileiro, acabou de lançar seu filme “A Obra”. Ele gosta muito dessa música e quer muito fazer o clipe”, contou Mairena.

Vencedor do Breakout Brasil, Jéf lança seu segundo disco, “Interior”, produzido por Lucas Silveira

Read More
Jéf

Grande vencedor do Breakout Brasil, reality show musical do Canal Sony, o gaúcho Jéf acaba de lançar seu segundo disco, “Interior”, produzido pelo vocalista da banda Fresno e jurado do programa Lucas Silveira. Com suas doces canções e violão sempre a tiracolo, o músico ganhou o rótulo de folk, o que ele renega. “Não gosto muito de rótulos. Eu faço música com meu violão, então muita gente veio falar dessa coisa ‘indie folk'”, explica.

“Interior” foi lançado pela Sony Music Brasil no dia 31 de julho e conta com 10 músicas, sendo cinco delas novas roupagens para canções do disco “Leve”. “Rema e Acredita”, faixa que abre o disco, já está na playlist As 50 Mais Virais do Brasil do Spotify. Conversei com Jéf sobre sua carreira, a passagem pelo Breakout Brasil e o novo disco:

– Seu disco acabou de sair. Me fale um pouco mais sobre esse trabalho.

Bom, o disco se chama “Interior” e é o primeiro por uma grande gravadora. Pegamos 5 músicas do primeiro trabalho independente (“Leve”, lançado ano passado) que acabaram não tendo tanto tempo de divulgação, por causa do programa, então achamos melhor regravá-las e colocar nesse disco. E para quem já conhecia, trouxe 5 músicas inéditas. Foi produzido pelo Lucas Silveira, da Fresno, que meio que entrou pra banda durante o processo. Tocou, ajudou a compor, se dedicou e trouxe todo talento e suas boas energias para que pudéssemos fazer um ótimo trabalho juntos.

– Como você começou a carreira?

Comecei com 13 anos a minha primeira banda, eu tocava baixo e cantava. Tocávamos em colégios aqui no interior. Com 15, começamos a participar de alguns festivais e fazer shows mais regularmente. Passamos por muitas coisas, trocas de integrantes, mudanças de prioridades, até que a banda foi acabando. Eu gravei algumas músicas sozinho, e coloquei na internet, e teve uma repercussão bem bacana, decidi gravar o disco “solo” e começar a tocar, e foi dando certo, em 2014. Em maio do ano passado lancei o CD, em agosto rolou o Breakout e tudo mudou.

O disco "Interior", de Jéf.
O disco “Interior”.

– Quais são suas principais influências musicais?

Gosto de muitas coisas, mesmo. Acho que Beatles, Los Hermanos, Glen Hansard, entre várias e várias outras coisas.

– Você se considera um artista folk? Você acredita que o folk está em alta aqui no Brasil?

Não gosto muito de rótulos. Eu faço música com meu violão, então muita gente veio falar dessa coisa “indie folk”. Sobre o folk no Brasil, não sei.

– Fale um pouco sobre sua participação no Breakout Brasil.

Foi uma experiência muito louca. Me inscrevi meio que sem acreditar nesses concursos. Mas na época, estava procurando coisas que eu pudesse fazer para divulgar meu primeiro disco. Até que fiquei entre os finalistas e fui para o programa. Lá rolou um monte de coisa maluca e divertida (agora, por que enquanto estava lá era meio tenso, na verdade (risos)). Ficamos trancados em um hotel, sem internet, sem celular, sem poder falar com a família, só saíamos para gravar. Chegando no estúdio, ficávamos com microfone o dia inteiro, qualquer coisa que a gente falava, alguém ouvia, então era meio tenso. Era uma pressão muito grande. Mas cheguei lá pra mostrar minha música e foi o que eu fiz. Fiquei feliz com o resultado.

Jéf no Breakout Brasil

– Quais foram suas bandas preferidas no Breakout Brasil?

Fiz grandes amizades lá dentro. Mas as minhas favoritas eram o Capela e The Outs, com certeza. Grandes amigos e grandes artistas. Pessoas que merecem muito, não só por serem gente boa, mas por fazer músicas que eu gosto muito de ouvir.

– O que você acha da proliferação de realities musicais que está acontecendo?

Acho ótimo. Quanto mais espaço para música, melhor!

– Seu disco já está disponível em streaming. Qual a sua opinião sobre esses serviços? A cultura do “álbum” se perdeu? As pessoas preferem ouvir apenas os singles?

A música tem que estar em todos os lugares, tem que ser acessível. Acho ótimo, por que não dá pra ficar carregando CD por todos os lugares (risos). Acho que tem gente que ainda gosta de CD sim. Minha família, por exemplo, e eu mesmo. Gosto de colecionar. Ver o encarte, escutar na ordem certinha. Então, acho importante. Depende, a gente não pode generalizar. Alguns gostam, outros ainda gostam do álbum e de escolher suas favoritas.

– O que você acha da música que frequenta o topo das paradas brasileiras hoje em dia?

Ligo o rádio só para ouvir futebol. Ligo a TV só para assistir algum filme ou algo que eu acho interessante. Mas não tenho nada contra, procuro conhecer e ouvir o que está tocando, mas vejo que muita coisa é completamente descartável. Muitas pessoas estão consumindo cada vez mais coisas descartáveis. Não tenho preconceito, acho que música é funcional. Deve servir para qualquer tipo de pessoa, em qualquer momento. As vezes algumas pessoas não querem parar para ouvir tua música, saber o que tu quis dizer com tal coisa… não querem pensar. Pela correria do dia-a-dia, ou sei lá, tantas outras coisas, então a música tem que ter ritmo, ou coisas que não fazem tanto sentido. Enfim, meio que funcional. Não sei se fui muito claro (risos). Mas não tenho preconceito com nada.

Jéf com Lucas Silveira, do Fresno, produtor de "Interior"
Jéf com Lucas Silveira, do Fresno, produtor de “Interior”

– Como é seu processo de composição?

É meio estranho. As vezes surgem coisas do nada, e eu gravo os trechos e depois procuro finalizar e refinar. Estou sempre atento ao que vejo e escuto e tento captar isso, essa coisa do cotidiano e tentar passar coisas que eu sinto e gostaria de dizer.

– Quais serão os próximos passos do Jéf em 2015?

Trabalhar bastante. Fazer shows, lançar clipes, e tudo que for possível para continuar fazendo o que eu amo fazer.

– Indique algumas bandas e artistas independentes que fizeram a sua cabeça nos últimos tempos.

Tenho a sorte de ter amigos muito talentosos. Gosto muito do Figueiredo, tem o Tiago Rubens e vários amigos de Porto Alegre, do Autoral Social Clube. Vários amigos aqui no interior, que tem uma página chamada Valley Scene, que junta toda essa galera daqui e vale a pena conhecer.

11102954_762130103905373_9178334303858909972_n

The Hunted Crows fala sobre seu som, bandas de dois integrantes e promete novos singles

10153111_547064018770581_737525247024086054_n
Acho que o The Hunted Crows foi a minha primeira descoberta do final de 2014/começo de 2015 que realmente me deixou impressionado. Quando dei o play em “Sniff You Out” pela primeira vez, jurei que era alguma banda que já estava nas paradas de sucesso. Afinal, o barulho dos australianos não deve nada ao do Royal Blood, que ganhou notoriedade após um elogio de Dave Grohl.
Com o EP “The Hunted Crows” esbanjando riffs vigorosos e bateria violenta, o duo de Melbourne promete dominar o mundo em breve. Por enquanto, tocam toda quinta-feira no bar Yah Yahs, na Austrália.
A dupla Luy Amiel e Jacob Linnett me deu uma entrevista e falou um pouco sobre o início da banda, as duplas de rock que estão surgindo e as dores e delícias de se começar uma banda de rock em um mundo dominado pelo pop.

– Como a banda começou?
Tocávamos juntos em outras bandas e sempre sentimos que havia uma cerca química entre nós. Pouco mais de um ano atrás, decidimos ver o que podíamos fazer sozinhos, e desde então não olhamos pra trás!
– Eu sei que essa é a pergunta mais clichês de todos os tempos, mas… como surgiu o nome The Hunted Crows?
Na verdade nós tiramos as palavras de dentro de um chapéu! Inclusive, o engraçado é que as primeiras palavras que saíram foram “Deep” e “Purple”. Por questões óbvias, tiramos novas palavras!
– Li alguns artigos que comparavam seu som com “as faixas mais raivosas dos White Stripes”. Vocês concordam?
Sim e não! Eu acho que definitivamente existem elementos do nosso som que podem ser comparados ao do White Stripes, e acho que qualquer banda com uma formação como a nossa será fatalmente comparada com eles. Mas nós não temos muita influência de outros duos – achamos que se olharmos as músicas que amamos (sejam de duplas ou não!) e nos inspirarmos nelas, podemos começar a criar coisas novas que outros duos ainda não exploraram!
Capa do EP "The Hunted Crows"
Capa do EP “The Hunted Crows”
– Quem vocês diriam que são as maiores influências musicais da banda?
 Rage Against the Machine, Queens of the Stone Age, Red Hot Chili Peppers, James Brown, Britney Spears
– Vocês são uma dupla. O “power duo” é uma coisa “cool” nos dias de hoje, com o sucesso de bandas como o White Stripes, The Kills, Black Keys e Royal Blood. Porque o terceiro membro está tão obsoleto?
Bom, na nossa situação, foi por acaso – achamos que seria uma ideia divertida tocar só nós dois depois de tocarmos juntos em algumas bandas de quatro integrantes. Somos bons, amigos, então saiu algo meio orgânico. Na verdade não importa quantas pessoas estão na banda – contanto que a música seja boa! Mas acredito que existem algumas vantagens de se tocar em um duo. Duas pessoas interagindo entre si é algo muito mais fácil para se trabalhar do que com cinco pessoas. Também facilita em tomar decisões – mesmo que sejam apenas definir datas de ensaio e etc.
Ao mesmo tempo, existem limitações – e não apenas musicais. Uma limitação grande (especialmente neste momento, em que a banda nos custa dinheiro) é quando temos que economizar para gravar ou algo assim – dividir os custos entre duas pessoas pode ser bem difícil. Mas também temos apenas dois vôos pra pagar, então alguns custos são reduzidos, neste caso! Então, tudo depende do estágio financeiro em que a banda está. Tenho certeza que o Royal Blood está muito feliz que está dividindo os lucros entre apenas duas pessoas!
– Que outros aspectos do mundo inspiram vocês?
 De certa forma, política. Nenhum de nós é super informado sobre os prós e contras do sistema político – mas isso não significa que você não pode ficar irritado ou frustrado quando ouve sobre coisas horríveis que o governo pode estar planejando. “Hungry Wolves” foi escrita quando nosso primeiro ministro, Tony Abbott, estava tentando devastar um grande lote de mata virgem. Porém, não queríamos escrever uma música sobre essa situação especificamente – é mais algo que espero que pode desencadear algum sentimento em outras pessoas, para se impor pelo que acreditam.
10801539_566299766847006_6733952946005713109_n
– Qual o maior desafio para uma banda nova?
Trabalhar com as limitações de uma banda com duas pessoas, ganhar reconhecimento local e global (o que agora é possível graças à internet!) e o principal deles: DINHEIRO! Quem sabe um dia nós poderemos trabalhar duro para fazer música e não ter que nos preocuparmos em PAGAR por isso!
– Que bandas novas impressionaram vocês ultimamente?
Redcoats // Clowns // Lurch & Chief // Alice Ivy – todas bandas de Melbourne, Austrália!
– Quais serão os próximos passos do The Hunted Crows?
Gravaremos algumas músicas para o primeiro semestre de 2015 e estamos planejando fazer alguns shows maiores e tocar em lugares para onde ainda não fomos.
– O que vocês acham da música que está sendo lançada hoje em dia?
Se você está perguntando no que se refere à música pop, não temos muita opinião, mas existe uma cena de funk e groove voltando (pelo menos aqui na Austrália), e isso é uma coisa incrível. Tem muita coisa ótima acontecendo e está começando a chegar no mainstream, acredito que porque muitas pessoas estão cansadas da música pop monótona que nos empurram garganta abaixo. A cena punk aqui também está indo muito bem. Tem muito rock fermentando por aqui no momento e nós não poderíamos estar mais felizes.
tumblr_nassl6dxbe1txtwo2o1_1280
– Se vocês pudessem fazer cover de QUALQUER música, qual seria?
“Zebra”, do John Butler Trio. Nós dois crescemos ouvindo o JBT, e estamos tocando essa nos últimos  shows – em uma versão bem mais pesada. É bem divertido!
– Vocês estão gravando coisas novas? Podemos esperar um disco completo em breve?
Talvez não um disco completo – mas lançaremos pelo menos dois novos singles este ano. Se tudo der certo, poderemos financeiramente produzir ainda mais – quem sabe um EP! Nós preferimos gastar um monte de dinheiro em algumas poucas músicas, mas ter a certeza de que a qualidade da gravação é realmente profissional – porque uma vez que está online, está lá pra sempre!
– Podemos esperar uma visita dos Hunted Crows no Brasil? 
A gente ia amar! Se existir demanda o suficiente pra isso, adoraríamos – o blog Crush em Hi-Fi fez um trabalho incrível em espalhar nosso som por aí – então quanto mais pessoas compartilhando nossa música no maravilhoso Brasil, melhor!
Ouça o EP “The Hunted Crows”:

3éD+ apresenta repertório de “Meteoros no Meu Sangue” em São Paulo

10446208_670843819655869_7543971330260638892_o

O duo rocker 3éD+ é mais uma banda que se esforça para deixar bem claro que a cena rocker não morreu e nem está doente: está muito viva e te convidando pra tomar umas. Formada por Dom Orione na guitarra e vocal e Leandro Lima na bateria, a banda lançou no final de 2014 “Meteoros no Meu Sangue”, disco que inspirará o repertório do show que farão na próxima sexta-feira, em São Paulo. A apresentação ocorre no Centro Cultural Zapata a partir das 19h. Falamos um pouco com Dom sobre a dupla e seu segundo disco.

Quando começou o 3éD+?

Começamos em 2005, apesar de nos conhecermos desde 2001. Estudamos juntos e tivemos uma banda chamada Homo Sapiens.

E como a Homo Sapiens virou o 3éD+?

Podemos dizer que foi o embrião. Éramos um power trio, eu era o baixista, o Leandro, baterista, e tínhamos um guitarrista/vocalista chamado Adriano. Depois de alguns ensaios o Leandro foi chamado para tocar em uma outra banda e nem avisou a gente, então a banda acabou. Em 2005, ele me disse que queria montar um duo rock e me perguntou se eu topava, e aí começa a história do 3éD+.

E porque um duo?

Eu não faço ideia… Só sei que aceitei porque ele é um grande baterista, um dos melhores que já vi.

Vocês já tem dois discos lançados, e dá pra perceber uma mudança no som de um para o outro.

A gente começou com uma coisa que era tocar alto e rápido, agora desaceleramos e pensamos em fazer um som mais azul, saca? A gente amadureceu, eu parei de beber antes dos shows, diminuímos as intensidades em certas substâncias para abrirmos melhor nossa mente para a música que tocamos. A maior diferença está na idade no processo de vivenciar as experiências.

1502195_771587236248193_4037997003795546672_o

Quais são as bandas que você indicaria como grandes influências no som de vocês?

Originalmente The Doors, Thee Butchers Orchestra, Cordel do Fogo Encantado, Jon Spencer Blues Explosion, Ramones, The Clash… Depois fomos ampliando mais nossos ouvidos e nossos gostos. No nosso último disco foram coisas mais pessoais, experiências… Sonoramente veio mais do experimentalismo, tentamos experimentar algo novo sem perder a essência.

Já que você falou de essência, vamos lá: qual é a essência do 3éD+?

Dois caras que tocam a música que fazem, intensamente,

E quais são os planos pra sexta-feira?

Vamos tocar com a banda Skalpo, que tem em sua formação dois caras que me influenciaram muito, creio que ao Leandro também: o Paulo SS e o Rural, ambos ex-Laranja Mekânica, uma das melhores bandas que já vi na vida. Nós tocaremos o repertório do disco novo, e posso dizer que é bem difícil, porque no primeiro disco gravamos guitarra e bateria e agora usamos até teclado e alguns samplers. Isso não dá pra reproduzir ao vivo, o que torna a coisa mais legal para quem ouve… Então achegue-se ao Espaço Cultural Zapata e venha conhecer duas ótimas bandas, garanto que você não vai se arrepender!

10405586_797033170370266_2315432238367144551_n

Skalpo e 3éD+
Centro Cultural Zapata
Rua Riachuelo 328, 01007-000
São Paulo
Sexta – 19h – R$ 10,00

Ouça o disco Meteoros no Meu Sangue do 3éD+:

Leia um manifesto de Dom Orione sobre a cena rocker de SP no Música de Menina aqui.