Rock N’Nova 2017 vai sacudir o Shopping Estação, em BH, nos dias 14 e 15 de dezembro

Read More

Unir boa música ao conforto e praticidade do teatro em um shopping center: essa é a proposta da segunda edição do Rock N’Nova. O festival acontece mais uma vez na Estação Cultural, localizado no Shopping Estação, região norte de Belo Horizonte. Este ano oito bandas se apresentam nos dias 14 e 15 de dezembro, a partir das 19h45.

A sonoridade vai agradar quem gosta de rock, pop rock, e música alternativa. Os grupos veteranos do festival, Sociedade Crua e Revolução, juntam-se aos estreantes no evento: Studio Zero, The Plus 09, Karbono, Mundo Virtual, Banda LIV e Jonathan Eler. Todas as bandas têm vínculos com a zona norte de Belo Horizonte, especialmente com a regional Venda Nova.

Os ingressos em breve estarão à venda no sympla e na bilheteria do local. Conheça mais do som das bandas que subirão ao palco:

Quinta, 14 de dezembro, 19h45
– StudioZero Ontheroad
– The plus09​
– Banda Karbono​
– Revolução​
Ingressos

https://www.sympla.com.br/rock-nnova-2017__205543

Sexta, 15 de dezembro, 19h45
– Banda LIV​
– Banda Sociedade Crua​
– Jonathan Eler​
– Banda Mundo Virtual​
Ingressos

https://www.sympla.com.br/rock-nnova-2017__205548

Veja um pouco do show da banda Revolução na edição 2016

O Estação Cultural tem a proposta de descentralizar o consumo de cultura na capital mineira e oferecer peças a baixo custo. A Campanha de Popularização do Teatro e da Dança desde 2015 é uma das atrações do teatro. Para garantir a qualidade das peças apresentadas, a produção artística do Estação Cultural é assinada pelo produtor e ator Thiago Comédia, um dos principais nomes do humor em Minas Gerais.

Festival Rock N’Nova 2017
Dias 14 e 15/12, a partir das 20h
Local: Shopping Estação: Av. Cristiano Machado, 11833 – Venda Nova,
Belo Horizonte. Estação Cultural (Piso L3 – em frente à Renner).
Classificação: Livre
Valor do Ingresso: R$10,00

Festival LGBT Mix Music acontece de 15 a 26 de novembro em São Paulo

Read More

Mix Music é o primeiro festival de música voltado para o público LGBT no Brasil e existe desde 2000, como o braço musical do festival de cinema e artes integradas Mix Brasil. Organizado pela Associação Cultural Dynamite e criado pelo produtor e ativista André Pomba , este ano, o festival completa 18 anos realizados ininterruptamente.

Desde a primeira edição, o festival sempre busca mesclar novos talentos com artistas consagrados como Liniker, que será a atração principal deste ano, num show que promete colorir o Parque do Ibirapuera em pleno feriado da Proclamação da República . Já os novos talentos participam de um concurso com prêmio de 1000 reais para cada uma das categorias: dança / coreografia , cantores(as) e drag queens . Confira a programação completa dessa edição:

15/11 quarta-feira (feriado) 16h- Liniker e os Caramelows @ Auditório do Ibirapuera (platéia externa)
17/11 sexta-feira 19h – Danna Lisboa e Saint-Hills @ CCSP
18/11 sábado 15h – Novos Talentos Coreografia @ CCSP
18/11 sábado 17h – Novos Talentos Cantorxs @ CCSP
18/11 sábado 19h – Novos Talentos Drag Queens @ CCSP
26/11 domingo 18h – Queer Explode, Gisele Almodóvar, Luana Hansen, Tiely Queen e Rimas & Melodias @ CCSP

Todos os eventos são gratuitos! No Centro Cultural São Paulo os ingressos devem ser retirados uma hora antes de cada evento. Aproveitamos a ocasião para conversar com o André Pomba, criador do Mix Music:

– Você idealizou o primeiro festival de música voltado ao público LGBT. Como surgiu essa idéia?

Na realidade a ideia não foi minha. O diretor do festival de cinema Mix Brasil, André Fischer, disse que queria expandir o evento e ter shows musicais. Assumi logo de cara o desafio e em 2000 foi criado o Mix Music.

– Manter um festival por 18 anos deve ser uma tarefa árdua num pais que não valoriza a cultura como deveria. Além dos habituais, quais desafios você enfrenta por se tratar de um evento LGBT?

O desafio é típico de qualquer produtor independente e ainda mais ativista da causa LGBT. Tem anos que temos apoio bom, anos que temos pouca verba, ano que não temos nenhuma verba e até já banquei do bolso algumas edições.

– O Concurso de Novos Talentos é sempre um destaque dentro da programação do Mix Music. Qual a sensação de abrir espaço para novos artistas? Como é a recepção do público?

Hoje em dia é a parte do Mix Music que eu mais me orgulho e me reciclo. No primeiro ano, foram somente 3 drag queens e quase ninguém na plateia e lembro de ter até feio um desabafo pela falta de compreensão. Porém a cada ano, essa parte aumenta de público, de disputa e agora temos 3 categorias (drag queen, cantorxs e coreografia/Dança).

– Eventos como o Mix Music ajudam a difundir o respeito as diferenças. Dentro da Militância LGBT, você enxerga uma união e avanços?

Não tenho dúvida que a cultura é a principal demolidora de preconceitos, é a forma com que tocamos a sociedade mais profundamente e a mudamos. Infelizmente, a militância LGBT se afundou numa guerra entre letrinhas de um lado e ideológicas/partidárias de outro. Num momento em que enfrentamos o conservadorismo nos atacando, sequer estamos unidos para combatê-los.

– Quais momentos você destacaria na trajetória do Mix Music? Sonha com alguma participação que ainda não aconteceu?

A primeira edição foi no próprio Centro Cultural, lembro até hoje do show da Vange Leonel (hoje falecida) que foi no formato piano e voz e só aconteceu lá. Teve os shows no SESC Pompeia com artistas como Perla, Maria Alcina, Ângela Rô Rô, inesquecíveis. Acho que meu sonho seria ter o Ney Matogrosso, por tudo o que ele representa para a música brasileira e a população LGBT. Teve um ano que ele estava de diretor de uma peça no Mix Brasil e assistiu a vários shows do Mix Music, sempre discreto e atento.

O Festival Mix Music é realizado com apoio do Edital de Apoio a Criação Artística Linguagem Música da Prefeitura de São Paulo

Samba de Rainha realiza temporada todas as quintas-feiras de outubro no Pátio SP

Read More

As cinco integrantes do Samba de Rainha têm em comum uma pegada forte no jeito de tocar, resultado da empolgação com o trabalho e do encontro das influências mais diversas: samba de roda, canção popular, Rolling Stones, Benito Di Paula e Roberto Carlos, só pra citar algumas. Formado por Aidée Cristina  (surdo e coro), Erica Japa (rebolo e coro), Karina Oliveira (cavaco), Nubia Maciel (voz) e Sandra Gamon (percussão e coro), o grupo é presença constante na cena musical paulistana, tendo participado de diversos festivais, eventos e se apresentado nas melhores casas noturnas da cidade.

Ouvir o Samba de Rainha é ouvir um convite para a celebração, para a festa, para a alegria. E para expandir o convite, o grupo realizará uma temporada durante todas as quintas-feiras do mês de Outubro/2017 no Pátio SP. Instalado na esquina da Mourato Coelho com a Wisard, na Vila Madalena, o bar recentemente aberto, remete à descontração de uma praça. A casa convida à conversa jogada fora, ao bem-estar, ao culto à música de qualidade.
Retrata o perfil do paulistano na recente ocupação dos espaços públicos, na preocupação com o verde e com a sustentabilidade. Tem bancos feitos a partir de paletes, garrafas recicladas penduradas, grafites nas paredes e um grande jardim vertical.

Com tantos atributos em comum, essa temporada promete um brinde à boa música e a afirmação de que o lugar da mulher é onde ela quiser, inclusive no samba!

Créditos foto: Laura Guimarães.

“Esquina Paulistana” apresenta a pluralidade da música de São Paulo

Read More

O que esperar de um show que reúne em seu repertório canções de nomes como Cólera, Katinguelê, Itamar Assumpção, Rita Lee e Mamonas Assassinas? O projeto Esquina Paulistana, realizado no recém-inaugurado Sesc 24 de Maio, uniu diversos estilos e referências em sua primeira edição.

Com uma big band acompanhando e sendo apresentada logo no inicio, Maurício Pereira comandou o show contando sobre a ideia do projeto e apresentando seus convidados. Vocalistas tão distintos, mas que cantaram a cidade de São Paulo com a mesma empolgação.

Tulipa Ruiz abriu os trabalhos interpretando “Prezadíssimos Ouvintes” de Itamar Assumpção e recebendo Thaíde para um dueto sensacional. Paulo Miklos surgiu e interpretou “A Praça”, sucesso de Ronnie Von, mas antes dividiu suas memórias com a plateia, contou que quando criança achava que a música se referia a Praça Marechal Deodoro, era a referência de praça que tinha, pois passou a infância brincando nos tanques de areia do local.

Suzana Salles, de longe a mais animada do show, entrou cantando “Marvada Pinga”, clássico da saudosa Inezita Barroso e contagiou a plateia, um pouco tímida de inicio. Clemente, vocalista da banda Inocentes, completou o time. Com todos no palco, o clima era de descontração, rendeu até uma piada usando como referência a Escolinha do Professor Raimundo, já que todos aguardavam sentados na lateral do palco para interpretarem suas canções.

Tulipa Ruiz e Maurício Pereira fizeram um dueto inusitado interpretando “Recado À Minha Amada”, sucesso do grupo de pagode Katinguelê. Teve até coreografia embalada por Suzana e Clemente. Nesse ponto a plateia já estava contagiada e entrou no clima. Não faltaram braços balançando, principalmente ao cantarem “Não se vá” de Jane e Herondy. O punk rock se fez presente com a ótima versão de “Polícia” das Mercenárias, interpretada com convicção por Suzana Salles.

O ótimo bis ficou por conta de “Pelados em Santos”, grande sucesso da banda Mamonas Assassinas, talvez o nome que melhor represente a pluralidade musical existente em São Paulo.

A primeira edição do Esquina Paulistana cumpriu o papel e deixou abertura para futuras edições. Porém, por se tratar de um repertório especial, seria interessante que as músicas interpretadas fossem as mesmas relacionadas no programa entregue na entrada do show. “São Paulo” do 365 e “Não Existe Amor em SP” do Criolo, estavam listadas, não foram interpretadas e alimentaram a deixa para a continuidade do projeto.

Vale destacar o novo horário de shows criado pelo Sesc 24 de Maio: meio-dia. Perfeito para quem trabalha no Centro da cidade e deseja curtir a hora do almoço de forma diferente. Que esse horário permaneça e continue trazendo boas opções.

Exposição “Renato Russo” presenteia e emociona com a história do ídolo da música nacional

Read More

“Renato Russo” presta homenagem a um dos maiores ícones da música brasileira e é a quarta exposição idealizada e concebida totalmente pelo MIS – Museu da Imagem e do Som. A mostra conta com curadoria de André Sturm – ex-diretor do MIS – e direção de arte do Ateliê Marko Brajovic. Giuliano Manfredini, único filho do artista, concedeu ao MIS total acesso ao apartamento de Renato Russo confiando à equipe do museu sua catalogação, conservação e adaptação para a exposição.


A exposição totaliza mais de 1000 itens e ocupa dois andares do MIS. Ao entrar, subimos uma escada decorada com imagens de diversos artistas que serviram de inspiração para o Renato. Seguindo uma ordem cronológica, primeiro descobrimos um pouco sobre o menino Renato Manfredini Júnior, seus trabalhos e boletins escolares, esse sempre com ótimas notas registradas pelos professores. Interessante observar que desde pequeno ele teve o hábito de registrar suas tarefas e atividades, com certeza isso auxiliou para a realização dessa

Em seguida acompanhamos os primeiros passos musicais do já adolescente Renato Russo. Estão presentes os originais das primeiras letras escritas para o repertório da banda Aborto Elétrico e cartazes criados manualmente pelos próprios integrantes.


Chegamos nos espaços reservados à carreira musical com a Legião Urbana. É impossível não se emocionar e visitar a exposição cantarolando os sucessos da banda que servem de trilha sonora nos espaços. Estão presentes anotações sobre as concepções dos discos, letras originais, releases, críticas, instrumentos musicais, quadros de discos de ouro, platina e até diamante, recebidos em homenagem as vendas impressionantes alcançadas pela banda.

Televisores com imagens de arquivo mostram apresentações ao vivo da banda, basta o visitante colocar o fone de ouvido e assistir registros históricos. Um desses momentos é a participação da banda no extinto Programa Livre, atração comandando por Serginho Groisman no SBT na década de 90. Em determinado momento, a plateia do programa pede que a banda interprete a canção “Pais e Filhos”, eles atendem o pedido, mas antes Renato faz um discurso falando sobre como a música é pesada e o deixa num estado muito complicado, porque trata de suicídio e o desgasta emocionalmente. Ele diz que é preciso respeitar o artista, porque no caso da Legião Urbana, muitas canções são difíceis de serem executadas, pois o abalam demais. Mesmo dizendo que “não lembra a letra dessa música”, Renato interpreta a canção e vemos uma plateia completamente emocionada e cantando com muita intensidade.

Outro momento marcante é conferir um vídeo onde a banda interpreta “Vento no Litoral”. A imagem é projetada em diversos tecidos brancos, com um movimento que remetem literalmente ao vento no litoral. Impossível não se emocionar ao presenciar as imagens e observar a letra composta por Renato Russo em parceria com Dado Villa-Lobos. A carreira solo do cantor e os discos póstumos também ganharam destaque nessa exposição.


Foram recriados dois espaços do apartamento habitado por Renato Russo no Rio de Janeiro, parte de sua sala e seu quarto. Também podemos conferir parte das roupas usadas pelo cantor e do seu imenso acervo de livros e discos. Temos ali a certeza que Renato Russo era um colecionador nato.

Ao subirmos para o segundo andar da exposição, vemos um espaço repleto de cartas recebidas por fãs. Interessante ver a forma como Renato tratava seus fã-clubes. Ele por muitas vezes os recebia em seu próprio apartamento.

A exposição comprova a genialidade, por vezes incompreendida, do cantor Renato Russo. E mostra como suas letras, mesmo após duas décadas do seu falecimento, continuam atuais. Único ponto a reclamar seriam os fones de ouvido dos televisores, alguns não funcionam e assim não temos acesso aos áudios. Duas dicas importantes: às terças a entrada é gratuita, ao visitar a exposição, reserve um bom tempo, eu levei cerca de 3 horas para conferir tudo com atenção aos detalhes. A exposição fica em cartaz até o dia 28 de janeiro de 2018.

Felipe Cordeiro anuncia sua Domingueira Jambu com Siba e Fafá de Belém

Read More

Domingueira Jambu é um baile paraense comandado pelo músico Felipe Cordeiro que conecta a sonoridade do Pará a diversidade da música brasileira. No embalo do carimbó, guitarrada, lambada e tecnobrega se misturam ciranda, maracatu, samba e MPB, celebrando o Brasil da cultura antropofágica, de todas as cores e sons.

A estreia, no dia 24 de setembro no Centro Cultural Rio Verde, em São Paulo, conecta Pará e Pernambuco, com o anfitrião paraense Felipe Cordeiro, recebendo ao palco o pernambucano Siba e a conterrânea Fafá de Belém, uma das cantoras mais populares do Brasil.

Felipe Cordeiro é um dos principais nomes da nova geração da música do Pará, conhecido por fazer uma narrativa musical que une a tropicalidade latino americana e a música pop brasileira no qual se conectam guitarra, beats e letras de canções. Com Fafá de Belém, Felipe consolidou a parceria musical em turnês e na produção, junto com o pai Manoel Cordeiro, do disco “Do Tamanho Certo Para o Meu Sorriso”, que celebrou quarenta anos de carreira da cantora e venceu o 27 Prêmio da Música Brasileira, na categoria “melhor álbum popular”.

Siba é um dos mestres da nova geração do maracatu e dos cirandeiros, referência entre os artistas da cena contemporânea brasileira, assinando um estilo inovador e singular. O primeiro disco solo, “Avante”, foi aclamado pela crítica, e o recente “De Baile Solto”, também recebeu elogios mundo afora. Em 2015 venceu o Prêmio Multishow na categoria Música Compartilhada. Gravou participação no DVD Bréa Époque”, de Felipe Cordeiro, que será lançado em breve pelo Natura Musical.

SERVIÇO
Domingueira Jambu – Felipe Cordeiro convida Siba e Fafá de Belém
Dia: 24/09/2017
Local: Centro Cultural Rio Verde – Rua Belmiro Braga, 119 (convênio com o Estacionamento do Alemão – Rua Girassol, 45)
Hora: 18h às 23h

Ingressos: Meia Entrada: R$20 / Promocional: R$30/ Inteira: R$40

André Whoong e Falso Coral se apresentam essa quarta no projeto Sônico do Teatro Sérgio Cardoso

Read More

O Teatro Sérgio Cardoso, da Secretaria da Cultura do Estado, lançou na semana passada o projeto Sônico, voltado às bandas autorais independentes. As próximas atrações do projeto, que acontece às quartas a partir das 22h no mezanino do teatro, são André Whoong e Falso Coral. Os ingressos custam R$ 20,00.

O projeto Sônico tem como objetivo ampliar os espaços para artistas autorais do cenário independente brasileiro e incentivar sua produção. Com o fechamento de icônicos espaços com palcos tradicionalmente ocupados por esses artistas, o Teatro Sérgio Cardoso abre suas portas para abrigá-los.

Às quartas o mezanino do teatro recebe apresentações de bandas de rock, indie, projetos experimentais e outras vertentes do cenário. Os shows acontecem às 22h. No dia 27, encerrando a programação do mês de setembro, o projeto recebe a banda psicodélica Bike.

O Sônico continua em outubro, com apresentação das bandas Medulla (dia 04), a dobradinha de Phillip Nutt com a cantora Geo (dia 11), Explain Away e Comodoro (dia 18) e encerrando com Magüerbes e Running Like Lions (dia 25).

TEATRO SÉRGIO CARDOSO
Sônico com André Whoong e Falso Coral
20 de setembro, quarta-feira, às 22h
Mezanino Capacidade: 150 pessoas
Rua Rui Barbosa, 153, Bixiga – São Paulo
(11) 3882-8080 R$ 20,00

Exclusivo: Meu Nome Não é Portugas lança single “Sob Custódia da Distância”

Read More
Meu Nome Não É Portugas
foto: Kalaf Lopes

Rubens Adati é um dos nomes mais ativos desta nossa nova geração de músicos independentes, ele surgiu no cenário com sua banda de morph rock, a Vladvostock, e em pouco tempo foi tocar ao lado de nomes importantes do independente/alternativo, dentre eles Ale Sater e Giovani Cidreira. Além disso, desempenha um trabalho muito interessante no Inhamestúdio, por lá ele despontou o projeto “Inhame Sessions” e já gravou com Felipe Neiva, Papisa, Ventre e muitos outros.

Meu Nome Não é Portugas é o nome de seu projeto solo, o primeiro lançamento deste trabalho saiu (timidamente) em fevereiro. “e n d o p a s s o s” (Banana Records) é um registro completamente DIY, o músico toma a frente da produção, mixagem e masterização, de quebra ainda toca todos os instrumentos.

Passados cinco meses, Meu Nome Não é Portugas retorna para anunciar o lançamento de seu primeiro disco cheio, “Sob Custódia da Distância”. Como gostinho do que está por vir, Rubens Adati apresenta uma canção inédita, a faixa, que da nome ao disco, ganhou um videoclipe cheio de texturas, elas conversam com a densidade sonora dessa canção instrumental e dão o tom do trabalho que está por vir.

Assista ao videoclipe de “Sob Custódia da Distância”:

Meu Nome Não é Portugas ganhou também uma formação para apresentações ao vivo. Acompanhado de Max Huzsar (Dr. Carneiro), Zelino Lanfranchi (ex-Parati e Cabana Café), e Rafael Carozzi (Kid Foguete, Readymades). Rubens promete um show repleto de nuances, dinâmicas e profundidade.

A primeira apresentação acontece hoje no Breve, ao lado da banda carioca Morena Morena.

Serviço:
Data: Sexta-feira (21/07);
Local: Breve, Rua Clélia 470, Pompéia;
Entrada: 15 reais;
Horário: 19h.
Evento: https://www.facebook.com/events/806565622857865/

Contramão Gig volta à Rua Augusta nesta quarta com shows de In Venus e The Bombers

Read More

Contramão Gig busca levar música autoral de volta para o Baixo Augusta e volta ao Bar da Avareza nesta quarta-feira (12/07) convidando você a descobrir e redescobrir artistas da cena independente em apresentações ao vivo memoráveis!  A segunda edição conta com dois shows especiais:

In Venus

In Venus

Formada por Cint Murphy Ferreira (voz e teclados), Patricia Saltara (baixo), Camila Ribeiro (bateria) e Rodrigo Lima (guitarra), a In Venus mostra no show de seu mais recente trabalho lançado pela Howlin’ Records, “Ruína”, sua sonoridade combativa e ritualística calcada no post punk, no wave, shoegaze e slowcore.

The Bombers

The Bombers

A santista The Bombers, formada em 1995, lança no Contramão Gig seu mais novo trabalho pela Hearts Bleed Blue, “Embracing The Sun”, mostrando que suas influências vão muito além do punk rock. Formado por Matheus Krempel (vocal e guitarra), Gustavo Trivela (guitarra e vocal), Daniel Bock (baixo e vocal) e Mick Six (bateria), o quarteto apresentará músicas de toda sua carreira com a energia pela qual são conhecidos.

A discotecagem fica por conta dos organizadores Joyce Guillarducci (Cansei do Mainstream), Rafael López Chioccarello (Hits Perdidos), João Pedro Ramos (Crush em Hi-Fi), Jaison Sampedro e Helder Sampedro (RockALT) tocando o melhor do rock alternativo, sons independentes, lados B e hits obscuros de todas as épocas!

Durante o evento também teremos flash tattoos com a equipe Studio Bar, venda e troca de discos com a Charada Discos, merch das bandas e a loja da casa com camisetas, chaveiros, posters e, claro, muita cerveja!

Organização: Joyce Guillarducci (Cansei do Mainstream), Rafael López Chioccarello (Hits Perdidos), João Pedro Ramos (Crush em Hi-Fi), Jaison Sampedro e Helder Sampedro (RockALT)
Fotos: Elisa Oieno
Apoio: MutanteRadio e Radio Planet Music Brasil

🍺🍺🍺🍺🍺🍺🍺🍺🍺🍺🍺🍺🍺

Local: Bar da Avareza – Rua Augusta, 591
Horário: A partir das 19h
Preços: $10 entrada ou $30 consumíveis 

Ponto de encontro para os apreciadores de boa cerveja, sedentos por boas experiências em self service e bom papo. Tudo isso sem gastar muito! O Bar da Avareza é o primeiro bar temático da Cervejaria Mea Culpa, aqui você encontra os 7 pecados em forma de cerveja nas torneiras no esquema self-service: você mesmo se serve em seu copo!

• É proibida a entrada de menores de 18 anos.
• É obrigatória a apresentação de documento original com foto recente.
• Não é permitida a entrada sem camisa ou calçando chinelos.

Pra quem perdeu a primeira edição da Contramão Gig com shows dos Molodoys e Dum Brothers, aqui vai uma playlist com um pouco do que foi discotecado e tocado pelas bandas:

Contramão Gig estreia nesta quarta feira com shows de Dum Brothers e Molodoys na Rua Augusta

Read More

Nesta quarta-feira, 05 de julho, estreia o mais novo projeto do Crush em Hi-Fi: a Contramão Gig é uma festa que acontecerá no Bar da Avareza, na Rua Augusta, levando a música independente de volta para o Baixo Augusta.  Convidamos você a descobrir e redescobrir artistas da cena independente em apresentações ao vivo memoráveis! Na quarta-feira, deixe a semana mais leve com cervejas artesanais, discotecagens que fogem do lugar comum e shows de bandas independentes que você vai adorar conhecer!

A primeira edição vai contar com dois shows incríveis:

Dum Brothers – Formado por Bruno Agnoletti (Bateria e Voz) e Raul Zanardo (Guitarra e Voz), o power duo de São Paulo apresenta seu som cheio de influências de stoner e rock alternativo com músicas de seus do EP “Pt. 1” e do single “Fuck The Cops”.

Molodoys – O quarteto psicodélico faz o show de lançamento do clipe de “Boitatá”, trazendo para o palco do Bar da Avareza toda a mistura quântica de psicodelia lisérgica e brasilidade de seu disco “Tropicaos”, elogiado por gente do cacife de Sérgio Dias, d’Os Mutantes.

A discotecagem fica por conta dos organizadores Joyce Guillarducci (Cansei do Mainstream), Rafael López Chioccarello (Hits Perdidos), João Pedro Ramos (Crush em Hi-Fi), Jaison Sampedro e Helder Sampedro (RockALT) tocando o melhor do rock alternativo, sons independentes, lados B e hits obscuros de todas as épocas!

Durante o evento também teremos flash tattoos com a equipe Studio Bar, venda e troca de discos com a Charada Discos, merch das bandas e a loja da casa com camisetas, chaveiros, posters e, claro, muita cerveja!

🍺🍺🍺🍺🍺🍺🍺🍺🍺🍺🍺🍺🍺

Local: Bar da Avareza – Rua Augusta, 591
Horário: A partir das 19h
Preços: $10 entrada ou $30 consumíveis 

Ponto de encontro para os apreciadores de boa cerveja, sedentos por boas experiências em self service e bom papo. Tudo isso sem gastar muito! O Bar da Avareza é o primeiro bar temático da Cervejaria Mea Culpa, aqui você encontra os 7 pecados em forma de cerveja nas torneiras no esquema self-service: você mesmo se serve em seu copo!

• É proibida a entrada de menores de 18 anos.
• É obrigatória a apresentação de documento original com foto recente.
• Não é permitida a entrada sem camisa ou calçando chinelos.