Contramão Gig apresenta shows de Miami Tiger e Loyal Gun nesta quarta (25/04)

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Acontece nesta quarta-feira (25/04) mais uma edição da Contramão Gig no Bar da Avareza, levando a música autoral de volta para o Baixo Augusta! Convidamos vocês a uma vez mais descobrir e redescobrir artistas da cena independente! Nesta edição teremos apresentações de duas bandas incríveis: Miami Tiger e Loyal Gun!

Miami Tiger
Formada por Carox (vocal), Pha Bemol (guitarra), Henrique Almeida (guitarra), André Oliveira (baixo) e Franco Milane (bateria), a banda de São Paulo acaba de lançar seu segundo trabalho, “Festa”, produzido, mixado e masterizado por Fernando Sanches (CPM 22/O Inimigo).
Ouça:

Loyal Gun
Formada por Dija Dijones (guitarra/vocal), André Luiz (guitarra), Raffa Ap. (baixo) e Bruno Duarte (bateria), a banda paulistana leva ao palco do Avareza seu trabalho com influências de Swervedriver, Ride, Hum, Teenage Fanclub, Superchunk, My Bloody Valentine e Dinosaur Jr.
Ouça:

A discotecagem fica por conta da DJ convidada Millena Kreutzfeld (Os Garotos de Liverpool – Tudo Sobre Música) e do pessoal do Crush em Hi-Fi e do RockALT, tocando o melhor do rock alternativo, sons independentes, lados B e hits obscuros de todas as épocas!

Durante o evento também teremos flash tattoos com a Lina Zarin, merch das bandas e a loja da casa com camisetas, chaveiros, posters e, claro, muita cerveja!

Organização: Jaison Sampedro e Helder Sampedro (RockALT), João Pedro Ramos (Crush em Hi-Fi)

Quarta-feira, 25 de abril de 2018
Local: Bar da Avareza – Rua Augusta, 591
Horário: A partir das 19h
Preços: $10 entrada ou $30 consumíveis

Ponto de encontro para os apreciadores de boa cerveja, sedentos por boas experiências em self service e bom papo. Tudo isso sem gastar muito! O Bar da Avareza é o primeiro bar temático da Cervejaria Mea Culpa, aqui você encontra os 7 pecados em forma de cerveja nas torneiras no esquema self-service: você mesmo se serve em seu copo!

• É proibida a entrada de menores de 18 anos.
• É obrigatória a apresentação de documento original com foto recente.
• Não é permitida a entrada sem camisa, com camisetas de times ou calçando chinelos.
• Aqui sua bike é bem-vinda! (vagas limitadas)

O Afro Samurai do rap nacional, Yannick Hara se apresenta na GUT TRAP

Yannick Hara, o Afro Samurai do rap nacional se apresentará na primeira edição da festa GUT TRAP, nesta sexta-feira dia 6/4 às 22h na Trackers em São Paulo.

A GUT TRAP é um evento que celebra a cultura Trap e cria em um só ambiente, uma atmosfera sensorial, misturando música com outros elementos artísticos, em um espaço com MCs, DJs, performances, pintura corporal, exposição de arte e projeções artísticas.

Trap é nova tendencia de música eletrônica que engloba outros ritmos musicais como rock, hip hop, música dos anos 80 e 90, grime, dubstep e tem agregado cada vez mais seguidores ao redor do mundo, trazendo também uma nova linha de comportamento e estilo de vida. A maior referência global do estilo é o norte americano Travis Scott

A festa começa às 22h, mas a partir das 19h, os organizadores irão colocar uma caixa de som para o lado de fora da Trackers, na Dom José de Barros, para que o público possa se concentrar e apreciar o melhor da música trap antes de entrar na balada.

Paralelo as apresentações musicais, a festa contará com as meninas doPink Mink Mafia Brazil, trata-se de marca mundial de vestuário latino, com inspiração no Rockabilly, Pachuca e cena Gangsta; responsável pela introdução do gênero Rock-a-Chola na moda alternativa, elas estarão circulando no evento, para quem quiser tirar fotos com elas, também terá apresentações de bicicletas customizadas, instalação do artista Alex Hornest e exposição dos quadros do artista Rafael Porto Zanasi. Marina Veneta será responsável pelas pinturas corporais. As projeções visuais serão feitas pelo artista multimídia Guilherme Pinkalsky.

Line up
Dj-kefing Lucas
DJ DIODO
Uilaz
Marcio M

Shows
Yannick aka Afro Samurai
Gudoguetto
Amaru Prodígio mc
Mr.Shakila Sur Trece
Dyamond

Exposição
Alex Hornest
Rafael porto zanasi

O evento terá cobertura da Print Tv.

Gut Trap

Dia: 06 de Abril – sexta-feira
Horário: 22h
Local: Trackers – Rua Dom José de Barros, 337 – Centro – SP (11) 3337-5750
Valor da entrada (apenas dinheiro) : R$ 25,00 até 01h
R$ 35,00 após 01h

Entrada na porta somente em dinheiro, sujeita à disponibilidade para confirmados no evento. O bar aceita todos os cartões de crédito e débito.

Censura: 18 anos

Mais informações no evento: https://www.facebook.com/events/1655174467933983/

RockALT faz a segunda edição do RockALT Fest neste domingo com Huey, Molho Negro, Lava Divers, Dum Brothers e Muff Burn Grace

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Nesta edição da nossa coluna vamos falar um pouco sobre as cinco bandas que tocam no nosso evento em comemoração aos 3 anos do RockALT que acontece neste domingo, 08/04. Mais informações sobre o evento no final da página!

Huey
A banda de rock instrumental paulistana formada em 2010 acaba de lançar seu segundo LP “Ma”, os cinco amigos do Huey carregam nos seus riffs os genes de Black Sabbath, Led Zeppelin, QOTSA, Deftones, Sonic Youth e Faith no More, entre outros monstros. Com peso e suavidade, silencio e barulho, as musicas do Huey arrancam com força e fazem curvas a cada fraseado de guitarra, oferecendo uma sonoridade passional ao ouvinte. Mais do que um simples show de rock, uma apresentação do Huey é uma experiência praticamente indescritível e exige ser conferida pessoalmente.

Molho Negro
Os paraenses do Molho Negro trouxeram em seu mais recente LP, “Não É Nada Disso Que Você Pensou” um rock sujo, empolgante, sem frescura e com letras que escracham o status quo em bom português, além de figurar em diversas listas de “Melhores do Ano” em 2017. Após marcar presença em festivais de destaque país afora, João Lemos (guitarra/voz), Raony Pinheiro (baixo) e Augusto Oliveira (bateria) continuam com a mesma personalidade forte e atitude debochada que caracterizam a banda e fazem deles o melhor trio em atividade no rock independente brasileiro.

Lava Divers
O Lava Divers surgiu em Araguari/MG em 2014 formado por Ana Zumpano (bateria/voz), Glauco Ribeiro (baixo/voz), João Paulo Porto (voz/guitarra) e Eddie Shumway (guitarra). Em pouco tempo de estrada a banda já rodou o país e caiu nas graças dos fãs com um som passa pelo grunge, lo-fi, shoegaze, e com toques de um power pop viciante. O álbum “Plush” encabeçou diversas listas de melhores do ano em 2017 e solidificou o nome do Lava Divers entre as bandas mais queridas do cenário alternativo. Se depender de sua música e sua característica simpatia mineira,esse quarteto ainda tem longos anos pela frente.

Dum Brothers
Formado por Bruno Agnoletti (bateria/voz) e Raul Zanardo (guitarra/voz), o power duo da Zona Leste de SP mostra que não é preciso mais do que guitarra e bateria pra fazer um stoner rock cheio de presença e atitude! Apresentando músicas de seu próximo EP “Pt. 2”, além das faixas do EP “Pt. 1” e o single “Fuck The Cops”, música que casa muito bem com o momento que vivemos no país. A dupla compensa o pouco tempo de estrada com muita distorção, criatividade e barulho, encabeçando um verdadeiro levante de duos no cenário independente.

Muff Burn Grace
Banda paulistana formada em 2011, que hoje conta com André Guimarães (guitarra/voz), Felipe Paravani (guitarra), Ricardo Gobar (baixo) e Roberto Salgado (bateria). Altamente influenciados pelo stoner setentista e rock alternativo dos anos 90. O som garageiro, o vocal vibrante e os riffs contagiantes dos caras não perdem em nada para bandas veteranas seja do Brasil, ou de fora. No seu álbum de estreia, o excelente “Urbano” de 2016, é possível ver uma banda com um belo futuro pela frente e mais uma prova disso é o single “Alter Ego” lançado recentemente que promete um álbum monstruoso para 2018.

A oportunidade perfeita pra conferir essas cinco bandas ao vivo em um só dia é domingo agora no RockALT Fest Vol.2!

Data: 08/04/2018
Horário: Das 15h às 22h
Local: Associação Cultural Cecília
Rua Vitorino Carmilo, 449 – Santa Cecília (Metrô Marechal Deodoro)
Mais informações: https://www.facebook.com/events/1599112783541607/

Contramão Gig volta ao Bar da Avareza hoje com shows de Thee Dirty Rats e Os Chás

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O Contramão Gig acontece mensalmente no Bar da Avareza com a organização do Crush em Hi-Fi e do RockALT, e hoje tem mais uma edição! Seguindo nossa missão de levar a música autoral de volta para o Baixo Augusta convidamos vocês a uma vez mais descobrir e redescobrir artistas da cena independente! Nesta edição teremos apresentações de duas bandas incríveis: Thee Dirty Rats e Os Chás!

Thee Dirty Rats
O duo faz um garage rock direto e reto e sem freios. Rock and roll minimalista feito com 3 cordas e 3 peças de bateria. Formada em 2014 em São Paulo, a banda conta com Luis Tissot nos vocais e cigar box com pedal fuzz e Fernando Hitman na bateria e efeitos. Na bagagem, os EPs “The Fine Art of Poisoning 1&2” e “Perfect Tragedy”.
Ouça:

Os Chás
Formada em 2016 por Gabriel Mattos (guitarra e voz), Diogo Menichelli (bateria e percussão) – ambos ex-Hierofante Púrpura, Thiago Fernandes (baixo e voz) e Wesley Franco (baixo), a banda lançou em 2017 o EP “Já Delírio”. Gravado e mixado por Taian Cavalca e masterizado por Hugo Falcão no estúdio Mono Mono, o disco traz as participações especiais de Priscila Ynoue (piano, órgão e sintetizador) e Mário Gascó (sitar indiano e didgeridoo) ajudando a engrossar o caldo alucinógeno de suas seis faixas.
Ouça:

A discotecagem fica por conta do pessoal do Crush em Hi-Fi e do RockALT e das DJs convidadas da noite, Daise Alves e Mirella Fonzar, do Universo Retrô, tocando o melhor do rock alternativo, sons independentes, lados B e hits obscuros de todas as épocas!

 

Durante o evento também teremos flash tattoos com a Lina Zarin, merch das bandas e a loja da casa com camisetas, chaveiros, posters e, claro, muita cerveja!

Organização: Jaison Sampedro e Helder Sampedro (RockALT), João Pedro Ramos (Crush em Hi-Fi)
Fotos: Elisa Moreira Oieno

Quarta-feira, 21 de março de 2018
Local: Bar da Avareza – Rua Augusta, 591
Horário: A partir das 19h
Preços: $10 entrada ou $30 consumíveis

Ponto de encontro para os apreciadores de boa cerveja, sedentos por boas experiências em self service e bom papo. Tudo isso sem gastar muito! O Bar da Avareza é o primeiro bar temático da Cervejaria Mea Culpa, aqui você encontra os 7 pecados em forma de cerveja nas torneiras no esquema self-service: você mesmo se serve em seu copo!

• É proibida a entrada de menores de 18 anos.
• É obrigatória a apresentação de documento original com foto recente.
• Não é permitida a entrada sem camisa, com camisetas de times ou calçando chinelos.
• Aqui sua bike é bem-vinda! (vagas limitadas)

Festival Guaiamum Treloso ataca de CarnaIndie Feminista e agrada o público

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Cidadão Instigado

Prévia carnavalesca do Recife, a capital do frevo, apostou em artistas da cena independente para o line up e contou com discurso feminista

Fantasias, looks ousados, glitter e muita música boa. Foi assim o Festival Guaiamum Treloso, que aconteceu na Fazendo Bem-ti-vi, em aldeia. A festa, que é uma prévia carnavalesca tradicional em Pernambuco, nesta 18ª edição resolveu apostar em um line up diferenciado, trazendo para a terrinha do frevo sons da cena independente brasileira. Deu certo!

O Festival aconteceu em uma grande fazenda no meio de uma área de mata e armou uma grande estrutura com três palcos, uma tenda, praça de alimentação, bares, lojinhas e muitos banheiros para recepcionar e impressionar bem os seres da mata que habitaram o local. Esse espaço, embora seja distante da cidade e cheio de vibes boas, deu trabalho para a produção conseguir a liberação de alvarás, mas, como dito, além de Treloso, o Guaiamum é teimoso e manteve o endereço, o que acabou afetando um pouco a estrutura do evento. Os palcos acabaram ficando muito distantes e mal ornamentados. O público sentiu.

Festa pronta, os seres da mata chegaram cedo no evento, que estava previsto para começar às 13h. Mas, os shows atrasaram! E muito! Dessincronizou os horários e alguns shows aconteceram simultaneamente. Também aconteceu de não tocar nada por mais de meia hora em nenhum dos palcos principais. Mas, a magia do lugar e o astral da festa não deixou o público abatido.

A banda Marsa, que tocou com mais de 1h de atraso, reuniu um grande número de fãs. Tocaram as músicas do seu disco “Circular Movimento” e levou os Seres da Mata ao estado de êxtase. A voz única, doce, suave e especial de Tiago Martins causou grandes emoções. O show da Marsa foi um dos melhores do festival.

No outro palco, subia Jorge Cabeleira, banda da carrada do manguebeat, que passou muitos anos em stand by. Mas, que está de volta à cena. Esse ano estão com previsão de lançar disco novo. O show estava quente e quem viu gostou. No repertório, Dirceu Melo apresentou as músicas clássicas do Jorge e apresentou uma inédita.

O dia já era noite quando Cidadão Instigado subiu no palco e fez um show impecável. Mas, o público do Recife tem uma certa particularidade de ser difícil de ser conquistado. As bandas sentem isso e as produtoras mais ainda, quando nem sempre podem arriscar trazer nomes diferentes porque o público não comparece. Não tem interesse pelo novo. Um ponto negativo do Recife, que se diz uma capital multicultural. Homem velho, besouros e borboletas e outros sucessos da banda de Fernando Catatau embalou os fãs e os curiosos que lotaram o espaço ao redor do palco Bem-ti-vi.

Metá Metá subiu no Palco Skol e não surpreendeu. A incrível Juçara Maçal fez um show muito tímido, que não empolgou e nem atraiu muita gente. Fizeram uma apresentação curta e deixaram de lado o hit “São Jorge”, que o público tanto esperou. Aqui, não decolou.

Era a vez dela, a mulher do fim do mundo, mostrar porque está em dias com os palcos apesar da avançada idade. Deslumbrante, Elza Soares apareceu no palco como uma verdadeira rainha para apresentar seu show “Elza e a Máquina”. Ela, como sempre, chegou recheada de discursos feministas, e levou público a loucura. O show em particular não empolgou tanto o público no início. Essa versão de Elza remix pegou o público de surpresa e dessa vez não agradou a gregos e troianos. Mas, levou sua mensagem da melhor forma. “Maria de Vila Matilde” foi o ápice da apresentação. Seu show foi um verdadeiro ato de discurso feminista, enquanto embalava os Seres da Mata com as músicas, vídeos eram exibidos falando os dados do feminicídio. O conjunto da obra foi incrível!

Em tempo, a produção foi muito feliz na escolha do line up. Artistas com discursos engajados, fortes e grandes influenciadores. Todo o festival teve uma pegada feminista e é disso que precisamos mais.

Di Melo subiu ao palco Skol e mostrou que ainda vive. Não trouxe a sua banda oficial, mas representou bem. Levou o público a cantar em coro seus grandes clássicos como “Pernalonga” e “Kilariô”, entre outras. Nada de inovador, mas como dito, o público do Recife gosta do que já conhece. E Di Melo acaba sempre agradando.

Chegou a hora do Baco Exú do Blues mostar porque stá estourado. Um show esperadíssimo e que superou às expectativas. ‘Te Amo Desgraça’ levou o público ao delírio. O show foi empolgante e dançante o tempo inteiro. O Baco é realmente incrível e colocou o povo para pular, abrir roda, se tocar, sentir a energia. Por falar em roda e voltando ao discurso feminista, esse Exú abriu uma roda de mulheres. Só mulheres e glitteres. Um momento de reflexão. Uma ideia certa e muitos aplausos! Baco causou e ganhou, apesar de novidade, o carinho do recifense. Ponto altíssimo do festival.

Nação Zumbi chegou e chegou destruindo tudo. Fez um show instigante e afinadíssimo, o que ficou devendo desde a sua apresentação no Réveillon. O clima do carnaval colocou os mangueboys a dar o melhor e lacrar no palco. O batuque das alfaias em sincronia com as batidas do coração. Tocaram poucas músicas do seu último disco “Radiola”, que não empolgou muito. Mas, a versão “Refazenda” de Gilberto Gil ficou sensacional. “Da Lama ao Caos”, “Banditismo Por Uma Questão de Classe”, “Um Sonho”, “A Melhor Hora da Praia” e mais uma sequência de pedradas tirou o público do chão. Um dos melhores shows do dia.

Letrux e Francisco El Hombre, colocados como headliners do festival, acabaram tocando simultaneamente. Letrux, a feminista, rainha do soud out, a musa do climão, subiu incrível no palco e, se não fossem por atrapalhos técnicos no som, teria feito uma apresentação impecável. Ela estava lá, linda e perfomática representando a ala feminista e mandando a real com seus discursos. “Que Estrago”, “Vai Render”, “Ninguém Perguntou por Você” e quase todas do seu disco solo embalaram seu público fiel que estava ali afim de um climão. Que mulier é essa?!

Francisco El Hobre lacrou com chave de ouro. Que apresentação empolgante, feliz, extraordinária e agradável. Eles fizeram um dos melhores shows da noite, quiçá o melhor. “Calor da Rua”, “Bolso Nada”, “Soltas Bruxas”, “Triste, Louca ou Má”. Pera, uma pausa para esse momento. Ju foi incrível cantando esse hino: “Triste, Louca ou Má”. Deu uma aula de feminismo e pediu: “Homens falem menos e escutem mais as mulheres”. Ela foi ovacionada. Sem contar que ela arrasou com o seu gogó! Ápice da festa. Melhores momentos ever. Francisco El Hombre. Um lacre, é um lacre. Aqui, as portas vão estar sempre abertas!

A 18ª edição do Guaiamum Treloso Rural representou como prévia. Apresentaram uma grade de apresentações dignas de um verdadeiro carnaindie. A produção está de parabéns por ter conseguido realizar, apenas das brigas judiciais, o festival, como ter lotado e agraciado o público com uma vibe de paz e alegria. Pequenos ajustes na produção e a certeza de que a 19ª edição vai entrar para a história. Que venha!

Contramão Gig volta hoje ao Bar da Avareza com shows de Gagged e Hammerhead Blues

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O Contramão Gig começa 2018 com tudo! Seguindo nossa missão de levar a música autoral de volta para o Baixo Augusta convidamos vocês a uma vez mais descobrir e redescobrir artistas da cena independente! Nesta edição teremos apresentações de duas bandas incríveis: Gagged e Hammerhead Blues!

Gagged
Banda hardcore/punk formada em 2004 na cidade de São Carlos/SP, conta com integrantes experientes no cenário independente brasileiro. No final do ano passado, além de abrir o aguardado show dos californianos do Strung Out, lançou o single “Cidade Sem Lugar” (https://youtu.be/WLFP9ZjrXYc) que dá uma prévia do álbum a ser lançado e do show que veremos no dia 17/01!
Escute: http://gaggedrock.bandcamp.com/

Hammerhead Blues
Fundado em 2014, o Hammerhead Blues é um power trio paulistano de hard rock psicodélico que traz influências do blues e do rock pesado dos anos setenta. Apresentando seu álbum recente ‘Caravan of Light’, o trabalho dos rapazes também pode ser conferido no excelente clipe da música “Rat” (https://youtu.be/F1MmCq5biOM).
Escute: https://open.spotify.com/album/5uDJ4nLcj3xQ7PTpjSmvMX

A discotecagem fica por conta do DJ convidado Aletrix e dos organizadores Jaison Sampedro e Helder Sampedro (RockALT), João Pedro Ramos (Crush em Hi-Fi), Joyce Guillarducci (Cansei do Mainstream) e Rafael López Chioccarello (Hits Perdidos) tocando o melhor do rock alternativo, sons independentes, lados B e hits obscuros de todas as épocas!

Durante o evento também teremos flash tattoos com a Lina Zarin, merch das bandas e a loja da casa com camisetas, chaveiros, posters e, claro, muita cerveja!

Organização: Jaison Sampedro e Helder Sampedro (RockALT), João Pedro Ramos (Crush em Hi-Fi), Joyce Guillarducci (Cansei do Mainstream) e Rafael López Chioccarello (Hits Perdidos)
Fotos: Elisa Oieno
Apoio: MutanteRadio

Quarta-feira, 17 de Janeiro de 2018
Local: Bar da Avareza – Rua Augusta, 591
Horário: A partir das 19h
Preços: $10 entrada ou $30 consumíveis

Ponto de encontro para os apreciadores de boa cerveja, sedentos por boas experiências em self service e bom papo. Tudo isso sem gastar muito! O Bar da Avareza é o primeiro bar temático da Cervejaria Mea Culpa, aqui você encontra os 7 pecados em forma de cerveja nas torneiras no esquema self-service: você mesmo se serve em seu copo!

• É proibida a entrada de menores de 18 anos.
• É obrigatória a apresentação de documento original com foto recente.
• Não é permitida a entrada sem camisa, com camisetas de times ou calçando chinelos.

Rock N’Nova 2017 vai sacudir o Shopping Estação, em BH, nos dias 14 e 15 de dezembro

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Unir boa música ao conforto e praticidade do teatro em um shopping center: essa é a proposta da segunda edição do Rock N’Nova. O festival acontece mais uma vez na Estação Cultural, localizado no Shopping Estação, região norte de Belo Horizonte. Este ano oito bandas se apresentam nos dias 14 e 15 de dezembro, a partir das 19h45.

A sonoridade vai agradar quem gosta de rock, pop rock, e música alternativa. Os grupos veteranos do festival, Sociedade Crua e Revolução, juntam-se aos estreantes no evento: Studio Zero, The Plus 09, Karbono, Mundo Virtual, Banda LIV e Jonathan Eler. Todas as bandas têm vínculos com a zona norte de Belo Horizonte, especialmente com a regional Venda Nova.

Os ingressos em breve estarão à venda no sympla e na bilheteria do local. Conheça mais do som das bandas que subirão ao palco:

Quinta, 14 de dezembro, 19h45
– StudioZero Ontheroad
– The plus09​
– Banda Karbono​
– Revolução​
Ingressos

https://www.sympla.com.br/rock-nnova-2017__205543

Sexta, 15 de dezembro, 19h45
– Banda LIV​
– Banda Sociedade Crua​
– Jonathan Eler​
– Banda Mundo Virtual​
Ingressos

https://www.sympla.com.br/rock-nnova-2017__205548

Veja um pouco do show da banda Revolução na edição 2016

O Estação Cultural tem a proposta de descentralizar o consumo de cultura na capital mineira e oferecer peças a baixo custo. A Campanha de Popularização do Teatro e da Dança desde 2015 é uma das atrações do teatro. Para garantir a qualidade das peças apresentadas, a produção artística do Estação Cultural é assinada pelo produtor e ator Thiago Comédia, um dos principais nomes do humor em Minas Gerais.

Festival Rock N’Nova 2017
Dias 14 e 15/12, a partir das 20h
Local: Shopping Estação: Av. Cristiano Machado, 11833 – Venda Nova,
Belo Horizonte. Estação Cultural (Piso L3 – em frente à Renner).
Classificação: Livre
Valor do Ingresso: R$10,00

Festival LGBT Mix Music acontece de 15 a 26 de novembro em São Paulo

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Mix Music é o primeiro festival de música voltado para o público LGBT no Brasil e existe desde 2000, como o braço musical do festival de cinema e artes integradas Mix Brasil. Organizado pela Associação Cultural Dynamite e criado pelo produtor e ativista André Pomba , este ano, o festival completa 18 anos realizados ininterruptamente.

Desde a primeira edição, o festival sempre busca mesclar novos talentos com artistas consagrados como Liniker, que será a atração principal deste ano, num show que promete colorir o Parque do Ibirapuera em pleno feriado da Proclamação da República . Já os novos talentos participam de um concurso com prêmio de 1000 reais para cada uma das categorias: dança / coreografia , cantores(as) e drag queens . Confira a programação completa dessa edição:

15/11 quarta-feira (feriado) 16h- Liniker e os Caramelows @ Auditório do Ibirapuera (platéia externa)
17/11 sexta-feira 19h – Danna Lisboa e Saint-Hills @ CCSP
18/11 sábado 15h – Novos Talentos Coreografia @ CCSP
18/11 sábado 17h – Novos Talentos Cantorxs @ CCSP
18/11 sábado 19h – Novos Talentos Drag Queens @ CCSP
26/11 domingo 18h – Queer Explode, Gisele Almodóvar, Luana Hansen, Tiely Queen e Rimas & Melodias @ CCSP

Todos os eventos são gratuitos! No Centro Cultural São Paulo os ingressos devem ser retirados uma hora antes de cada evento. Aproveitamos a ocasião para conversar com o André Pomba, criador do Mix Music:

– Você idealizou o primeiro festival de música voltado ao público LGBT. Como surgiu essa idéia?

Na realidade a ideia não foi minha. O diretor do festival de cinema Mix Brasil, André Fischer, disse que queria expandir o evento e ter shows musicais. Assumi logo de cara o desafio e em 2000 foi criado o Mix Music.

– Manter um festival por 18 anos deve ser uma tarefa árdua num pais que não valoriza a cultura como deveria. Além dos habituais, quais desafios você enfrenta por se tratar de um evento LGBT?

O desafio é típico de qualquer produtor independente e ainda mais ativista da causa LGBT. Tem anos que temos apoio bom, anos que temos pouca verba, ano que não temos nenhuma verba e até já banquei do bolso algumas edições.

– O Concurso de Novos Talentos é sempre um destaque dentro da programação do Mix Music. Qual a sensação de abrir espaço para novos artistas? Como é a recepção do público?

Hoje em dia é a parte do Mix Music que eu mais me orgulho e me reciclo. No primeiro ano, foram somente 3 drag queens e quase ninguém na plateia e lembro de ter até feio um desabafo pela falta de compreensão. Porém a cada ano, essa parte aumenta de público, de disputa e agora temos 3 categorias (drag queen, cantorxs e coreografia/Dança).

– Eventos como o Mix Music ajudam a difundir o respeito as diferenças. Dentro da Militância LGBT, você enxerga uma união e avanços?

Não tenho dúvida que a cultura é a principal demolidora de preconceitos, é a forma com que tocamos a sociedade mais profundamente e a mudamos. Infelizmente, a militância LGBT se afundou numa guerra entre letrinhas de um lado e ideológicas/partidárias de outro. Num momento em que enfrentamos o conservadorismo nos atacando, sequer estamos unidos para combatê-los.

– Quais momentos você destacaria na trajetória do Mix Music? Sonha com alguma participação que ainda não aconteceu?

A primeira edição foi no próprio Centro Cultural, lembro até hoje do show da Vange Leonel (hoje falecida) que foi no formato piano e voz e só aconteceu lá. Teve os shows no SESC Pompeia com artistas como Perla, Maria Alcina, Ângela Rô Rô, inesquecíveis. Acho que meu sonho seria ter o Ney Matogrosso, por tudo o que ele representa para a música brasileira e a população LGBT. Teve um ano que ele estava de diretor de uma peça no Mix Brasil e assistiu a vários shows do Mix Music, sempre discreto e atento.

O Festival Mix Music é realizado com apoio do Edital de Apoio a Criação Artística Linguagem Música da Prefeitura de São Paulo

Samba de Rainha realiza temporada todas as quintas-feiras de outubro no Pátio SP

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As cinco integrantes do Samba de Rainha têm em comum uma pegada forte no jeito de tocar, resultado da empolgação com o trabalho e do encontro das influências mais diversas: samba de roda, canção popular, Rolling Stones, Benito Di Paula e Roberto Carlos, só pra citar algumas. Formado por Aidée Cristina  (surdo e coro), Erica Japa (rebolo e coro), Karina Oliveira (cavaco), Nubia Maciel (voz) e Sandra Gamon (percussão e coro), o grupo é presença constante na cena musical paulistana, tendo participado de diversos festivais, eventos e se apresentado nas melhores casas noturnas da cidade.

Ouvir o Samba de Rainha é ouvir um convite para a celebração, para a festa, para a alegria. E para expandir o convite, o grupo realizará uma temporada durante todas as quintas-feiras do mês de Outubro/2017 no Pátio SP. Instalado na esquina da Mourato Coelho com a Wisard, na Vila Madalena, o bar recentemente aberto, remete à descontração de uma praça. A casa convida à conversa jogada fora, ao bem-estar, ao culto à música de qualidade.
Retrata o perfil do paulistano na recente ocupação dos espaços públicos, na preocupação com o verde e com a sustentabilidade. Tem bancos feitos a partir de paletes, garrafas recicladas penduradas, grafites nas paredes e um grande jardim vertical.

Com tantos atributos em comum, essa temporada promete um brinde à boa música e a afirmação de que o lugar da mulher é onde ela quiser, inclusive no samba!

Créditos foto: Laura Guimarães.

“Esquina Paulistana” apresenta a pluralidade da música de São Paulo

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O que esperar de um show que reúne em seu repertório canções de nomes como Cólera, Katinguelê, Itamar Assumpção, Rita Lee e Mamonas Assassinas? O projeto Esquina Paulistana, realizado no recém-inaugurado Sesc 24 de Maio, uniu diversos estilos e referências em sua primeira edição.

Com uma big band acompanhando e sendo apresentada logo no inicio, Maurício Pereira comandou o show contando sobre a ideia do projeto e apresentando seus convidados. Vocalistas tão distintos, mas que cantaram a cidade de São Paulo com a mesma empolgação.

Tulipa Ruiz abriu os trabalhos interpretando “Prezadíssimos Ouvintes” de Itamar Assumpção e recebendo Thaíde para um dueto sensacional. Paulo Miklos surgiu e interpretou “A Praça”, sucesso de Ronnie Von, mas antes dividiu suas memórias com a plateia, contou que quando criança achava que a música se referia a Praça Marechal Deodoro, era a referência de praça que tinha, pois passou a infância brincando nos tanques de areia do local.

Suzana Salles, de longe a mais animada do show, entrou cantando “Marvada Pinga”, clássico da saudosa Inezita Barroso e contagiou a plateia, um pouco tímida de inicio. Clemente, vocalista da banda Inocentes, completou o time. Com todos no palco, o clima era de descontração, rendeu até uma piada usando como referência a Escolinha do Professor Raimundo, já que todos aguardavam sentados na lateral do palco para interpretarem suas canções.

Tulipa Ruiz e Maurício Pereira fizeram um dueto inusitado interpretando “Recado À Minha Amada”, sucesso do grupo de pagode Katinguelê. Teve até coreografia embalada por Suzana e Clemente. Nesse ponto a plateia já estava contagiada e entrou no clima. Não faltaram braços balançando, principalmente ao cantarem “Não se vá” de Jane e Herondy. O punk rock se fez presente com a ótima versão de “Polícia” das Mercenárias, interpretada com convicção por Suzana Salles.

O ótimo bis ficou por conta de “Pelados em Santos”, grande sucesso da banda Mamonas Assassinas, talvez o nome que melhor represente a pluralidade musical existente em São Paulo.

A primeira edição do Esquina Paulistana cumpriu o papel e deixou abertura para futuras edições. Porém, por se tratar de um repertório especial, seria interessante que as músicas interpretadas fossem as mesmas relacionadas no programa entregue na entrada do show. “São Paulo” do 365 e “Não Existe Amor em SP” do Criolo, estavam listadas, não foram interpretadas e alimentaram a deixa para a continuidade do projeto.

Vale destacar o novo horário de shows criado pelo Sesc 24 de Maio: meio-dia. Perfeito para quem trabalha no Centro da cidade e deseja curtir a hora do almoço de forma diferente. Que esse horário permaneça e continue trazendo boas opções.