YMA mostra admiração pelo realismo fantástico no clipe de “Vampiro”, faixa de seu novo EP

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foto por Gabriela Schmidt
A cantora e compositora paulistana YMA acaba de lançar “Vampiro”, clipe da faixa produzida por Fernando Rischbieter e lançada pela Matraca Records, gravada nos estúdios da YBmusic. A música fará parte de seu novo EP, que será lançado em breve. O instrumental da faixa mostra uma sonoridade mais orgânica que a ouvida em seu último single, “SABIÁ”, lançado em julho. A banda que acompanha as gravações e shows conta com os integrantes Uiu Lopes (baixo), Marco Trintinalha (bateria), León Perez (teclado) e Dreg Araújo (guitarra). 
“Vampiro está na fantasia de uma subjetividade que foge um pouco da liquidez dos afetos, e é exatamente onde eu gostaria de me perder! (risos)”, conta ela. As gravações do clipe aconteceram em Blumenau – SC no brechó Paradise, organizado por Mayara Cruz (Morgy), que protagoniza o clipe junto com Gustavo Starke (N3fxt). A direção é assinada por YMA e pelo videomaker Daniel RootRider.

– Me conta mais sobre “Vampiro”, que acabou de sair!

“Vampiro” é uma música bem recente, dessas que a gente escreve de uma vez só. Estará presente no meu próximo EP que sairá em breve! Mas surge dessa minha admiração pelo universo do realismo fantástico. Componho de forma muito imagética, geralmente na composição já me vem na cabeça parte do arranjo e também ideias de um possível clipe. Nesse caso de vampiro, o clipe e a música para mim resultam num trabalho só. Como uma mesma obra.

– E do que fala a música? Como ela surgiu?

Pelo que me lembro, começou por uma sensação de querer ser levada para outro lugar, viver algo novo e diferente. Logo surgiram imagens desse lugar, e na música coloco um pouco das sensações que esse lugar me causava. Depois esse universo me apresenta a figura do vampiro que pertencia a esse lugar. Mas a música é basicamente sobre as idiossincrasias de um relacionamento. E de certa forma, os relacionamentos podem criar uma espécie de mundo paralelo criativo. Como uma sinergia pulsante que mora em mim. Mas a fantasia sempre se desvela de maneira intensa comigo.

– Me conta mais da história do clipe!

No fim de semana seguinte da gravação da música, tinha combinado uma viagem pra Blumenau. Durante a semana que passou pensei na possibilidade de fazer o clipe por lá, já que já era fã do trabalho do Daniel RootRider – que assina a direção do clipe comigo. Então fui escrevendo o roteiro na estrada para lá. Montei uma equipe de maneira muito rápida, com os amigos que tinha na cidade. Foram dois dias de gravação, no primeiro fizemos as cenas da festa, que foram no brechó da Mayara Cruz, o Paradise. Mayara protagoniza o clipe junto com o Gustavo Starke, que é um amigo designer. Nenhum dos dois tinham experiência com atuação, mas era perfeito para a intenção despretensiosa do clipe. No segundo dia não sabíamos exatamente onde gravar, e ainda por cima chovia muito. Então acabei gravando na casa da sogra. hehe Mas de modo geral tudo aconteceu muito rápido, as gravações do EP, o clipe, foram muitas trocas intensas em pouco tempo.

– Conta como é a história desse clipe.

Acho que ela já é bastante explícita (risos). Mas tudo começa numa festa embalada nas luzes de neon, onde Morgy encontra N3fxt – um ser cuja respiração está fora de nosso tempo/espaço. Eles saem da festa para um after, e N3fxt se revela um vampiro. E eu vou acompanhando a estória como uma observadora, ou talvez como a pessoa que está sonhando aquilo.

– Pode me contar um pouco mais sobre o EP que está chegando? O que podemos esperar nele?

Estou sempre no processo de transmutação, e vejo nas gravações um laboratório cheio de possibilidades. Os trabalhos são bem diferentes uns dos outros, desde o primeiro EP que lancei em 2012. Serão 4 faixas com essa sonoridade mais orgânica, de banda. Bem diferente do single “SABIÁ” que lancei em julho desse ano. Quem gravou comigo foi a banda que me acompanha nos shows, o Uiu no baixo, Dreg na guitarra, Marco na bateria e Leon nos teclados. O EP está sendo produzido pelo Fernando Rischbieter, que tem trabalhado comigo nos últimos tempos e que também abriu o selo Matraca Records, por onde o EP será lançado. Gravamos nos estúdios da YB, o que é muito especial, poder gravar num espaço onde muitos artistas que eu admiro já passaram.

foto por Gabriela Schmidt

 

– Fala pra gente sobre os trabalhos que lançou antes disso.

2012 foi quando gravei minhas primeiras canções. Fiz amizade com um grupo de músicos incríveis que produziam num espaço chamado Cambuci Roots, que é o pessoal do Saulo Duarte e a unidade, Daniel Groove, Los Porongas e muitos outros artistas que frequentavam o lugar. O EP se chama “Yasm(in) the Sky” e foi produzido por mim e pelo João Leão. Minha música preferida do EP é “Homem Frio”.  Logo após o lançamento engravidei, e fui me dedicar a maternidade. Então não consegui levar esse trabalho adiante. Durante o processo da maternidade, percebi que amadureci em muitos aspectos, principalmente no processo criativo, apesar de não colocar a maternidade como tema em minhas canções. Em 2016 voltei a compor, com mais afinco, o que resultou numa nova leva de inspirações, que abasteceram algumas canções que resultaram nos trabalhos mais recentes. “Sabiá” já tinha composto há um tempo, mas por falar sobre questões ainda muito atuais na minha vida, decidi gravar com uma roupagem mais eletrônica. Também produzimos um clipe pra ela, dirigido pela Nina Kopko, tem uma pegada mais conceitual, e envolvimento de vários artistas que admiro.

– Como começou sua carreira?

Não durou muito tempo o estúdio de música que meu pai havia montado em casa, acho que eu tinha uns 5 anos. Mas foi ali o começo de um contato musical que ao longo dos anos anos se tornou vitalício.
Aos 15 anos me formei em uma escola de iniciação artística, onde tive passagens e experimentos com as mais diversas linguagens durante os 9 anos que vivi na escola. Era muito difícil escolher apenas uma frente, na minha cabeça todas elas dialogavam, e eu simplesmente queria fazer parte de tudo aquilo, então para além da música, sinto pulsos de imagens, movimentos, cores, todo universo artístico colabora muito com o meu processo criativo.

– Como você vê a música independente hoje em dia? O mainstream ainda é necessário?

Acho que se ainda existe um mainstream (investimento pesado de grana e de exposição em alguns artistas), deve estar servindo pra alguém. Mas essa separação tá cada vez mais difusa. Hoje em dia há muitos caminhos pra conhecer música nova e artistas diferentes, e também ferramentas mais acessíveis para esses artistas produzirem seus trabalhos. Agora, a questão da grana realmente é um abismo.
Tem que batalhar pra que os artistas independentes não morram na praia e tenham uma vida mais bacana com o trabalho deles. Quero muito ver as minas maravilhosas que acompanho ganhando uma grana massa com o trabalho delas!

foto por Gabriela Schmidt

 

– Agora, com a queda das gravadoras, o trabalho de mulheres autorais está cada vez mais forte e presente. Como você vê isso e como você vê o machismo que continua presente no mundo da música?

Recentemente gravei com a Elga Bottini, que é produtora musical. isso nunca tinha acontecido antes. Ver uma mulher pilotando um estúdio. A energia da mulher muda completamente o ambiente e a forma de trabalho. Me senti acolhida, e muito a vontade pra gravar e me soltar. Tenho certeza que outras pessoas e sentiriam o mesmo. Quero muito ver as minas ocupando todos os lugares que são ocupados em sua maioria por homens. É uma luta muito importante, fico feliz de acompanhar as mulheres que colocam cara a tapa, e de estar vivendo esse momento da ruptura feminista. Sou muito otimista, sinto que aos poucos as mudanças vão acontecer, e pra isso nós mulheres, devemos nos informar, trocar, exteriorizar e gritar se for preciso.

– Quais os seus próximos passos?

Lançar o EP, fazer mais shows e ir aprimorando as performances, para levar mais mágica pro palco. ❤️

– Recomende bandas e artistas independentes que chamaram sua atenção nos últimos tempos!

De todas as perguntas essa é a mais difícil, tem muita coisa! (Risos). Mas vamos lá! Há pouco tempo conheci a CLAIRO, que tô pirando! Lomboy, Weyes Blood, uiu, PAPISA, Men I trust, cinnamon tapes, mia beraldo, césar lacerda, dolphinkids, Sunflower Bean. Difícil, tentei listar as mais recentes mesmo (risos).

FITA lança clipe para o single “Take Me To The Ride Tonight” com participação de Adriana Marroni

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FITA

Foi lançado hoje o clipe de “Take Me To The Ride Tonight”, single do primeiro EP do projeto FITA, de André Luiz Souza Silva. Inspirado na música eletrônica dos anos 80, o trabalho tem uma base forte em nomes como New Order, Human League e outros da cena synth pop.

“‘Take Me To The Ride Tonight’ é a mais pop e eu acho que é a melhor do EP”, conta André. “Eu gosto muito dela,
é bem produzida. Tenho um apego bem sentimental por ela”. O clipe foi gravado em uma tarde utilizando uma máquina de fumaça. “Fizemos na sala, a ideia era fazer num esquema live session. Usamos um celular e duas câmeras. A música é tocada ao vivo, sem overdub. Usamos o som das câmeras somado ao som da mesa”, explica.

O clipe foi dirigido e produzido pelo próprio André juntamente com Bruno Duarte (HerodLoyal GunPenhasco e O Apátrida) e conta com a participação de Adriana Marroni, que também participa da faixa do EP “Stick The Crazy”. “A letra é dela, inclusive. A gente tá muito entrosado, ela tem cantados em.todos os shows. Espero que ela tope escrever algo pro próximo disco, que sai em março”.

Confira o clipe de “Take Me To A Ride Tonight”:

Banda mineira Revolução lança novo hino nacional com vídeo inspirado no Queen

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O Brasil é um país repleto de polêmicas em sua vida política e social. E os políticos de Brasília vivem dando motivos de revolta para os cidadãos. Nesse clima de insatisfação, e com muita ironia, a banda Revolução resolveu reescrever o hino nacional, de um modo mais honesto. A canção “Hino Brasileiro Sincero” é a principal música do EP “O Mito da Alegria Tropical” e mescla ritmos e poesia para cantar a realidade do país.

O videoclipe foi dirigido pela banda e contou com imagens do DVD Ao Vivo, gravado recentemente no Centro Cultural Venda Nova, em Belo Horizonte, atualmente em fase de mixagem. O vídeo homenageou a banda Queen em uma de suas mais emblemáticas músicas, “Bohemian Rhapsody”.

Veja o vídeo:

Mary Luz lança clipe de “Martírio”, música de seu primeiro EP, “Velejando no Afeto”

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Mary Luz

Dirigido por Edson Fell, “Martírio” é o segundo clipe de Mary Luz tirado do EP “Velejando no Afeto”, de 2015. Por meio de cenas aleatórias e cheias de texturas e filtros, o vídeo traz um olhar contemplativo para momentos sutis que passam despercebidos por muitas pessoas enquanto precisam lidar com desalentos cotidianos.

“As gravações foram divididas em duas etapas: cenas internas e externas”, conta Mary. “Algumas cenas foram filmadas em São Paulo, mas a maioria foi em Salvador, no Rio Vermelho. “A partir de um conjunto de imagens foscas e aleatórias, em harmonia com a música, espero que o clipe proporcione as mais diferentes sensações e impressões nas pessoas, levando elas à uma possível ressignificação do que se tem como essencial na vida”, explica.

O clipe conta com o poema “Sob a Vida” da poetisa Adriane Goecking no ínicio do vídeo.

Confira “Martírio”:

Exclusivo: Meu Nome Não é Portugas lança single “Sob Custódia da Distância”

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Meu Nome Não É Portugas
foto: Kalaf Lopes

Rubens Adati é um dos nomes mais ativos desta nossa nova geração de músicos independentes, ele surgiu no cenário com sua banda de morph rock, a Vladvostock, e em pouco tempo foi tocar ao lado de nomes importantes do independente/alternativo, dentre eles Ale Sater e Giovani Cidreira. Além disso, desempenha um trabalho muito interessante no Inhamestúdio, por lá ele despontou o projeto “Inhame Sessions” e já gravou com Felipe Neiva, Papisa, Ventre e muitos outros.

Meu Nome Não é Portugas é o nome de seu projeto solo, o primeiro lançamento deste trabalho saiu (timidamente) em fevereiro. “e n d o p a s s o s” (Banana Records) é um registro completamente DIY, o músico toma a frente da produção, mixagem e masterização, de quebra ainda toca todos os instrumentos.

Passados cinco meses, Meu Nome Não é Portugas retorna para anunciar o lançamento de seu primeiro disco cheio, “Sob Custódia da Distância”. Como gostinho do que está por vir, Rubens Adati apresenta uma canção inédita, a faixa, que da nome ao disco, ganhou um videoclipe cheio de texturas, elas conversam com a densidade sonora dessa canção instrumental e dão o tom do trabalho que está por vir.

Assista ao videoclipe de “Sob Custódia da Distância”:

Meu Nome Não é Portugas ganhou também uma formação para apresentações ao vivo. Acompanhado de Max Huzsar (Dr. Carneiro), Zelino Lanfranchi (ex-Parati e Cabana Café), e Rafael Carozzi (Kid Foguete, Readymades). Rubens promete um show repleto de nuances, dinâmicas e profundidade.

A primeira apresentação acontece hoje no Breve, ao lado da banda carioca Morena Morena.

Serviço:
Data: Sexta-feira (21/07);
Local: Breve, Rua Clélia 470, Pompéia;
Entrada: 15 reais;
Horário: 19h.
Evento: https://www.facebook.com/events/806565622857865/

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Sky Down
Sky Down

Sky Down“Kindness”

Parte do disco “…nowhere”, o clipe fala um pouco sobre empoderamento feminino e a luta contra o machismo no mundo do rock. A direção é de Allan Carvalho.

Black Cold Bottles“Something Different”

O videoclipe da música “Something DIfferent”, do disco “Percept” foi concebido e produzido pela própria Black Cold Bottles. No clipe, participação de membros das bandas Molodoys, Forest Crows, Tramp Stamp Moose e muitas dancinhas. Muitas.

Dani Vellocet“Amores”

Gravado ao vivo no formato acústico, “Amores” foi gravado por Marlon Brambilla e conta com Fillipe Dias no violão, além de Dani no vocal.

Skating Polly“Oddie Moore”

Uma das melhores músicas do disco “The Big Fit”, ganhou um belo clipe dirigido por Dave Smith. Que banda!

Deb and the Mentals“Bleeding”

Gravado pelo celular e dirigido pelo baterista da banda, Giuliano di Martino, o clipe noventista mostra as incríveis manobras de um clássico skate de dedo durante a turnê que a banda faz de seu primeiro EP, “Feel The Mantra”. Já viu um grind em um prato?

Teen Vice“More Hipster Segregation”

A banda, formada por Josh Ackley, May Dantas, Derek Pippin, e Tammy Hart, acaba de lançar um clipe com as clássicas marionetes de meia que todo mundo ama.

Noga Erez“Pity”

O novo clipe da cantora israelense foi dirigido por Zhang & Knight e fará parte do disco “Off The Radar”, a ser lançado em junho deste ano.

Baiana System“Invisível”

O clipe conta com a participação de BNegão, Azezildo Francisco, Matheus Albergaria e Maurício Fontoura e tem roteiro de Filipe Cartaxo e Filipe Bezerra.

Surfer Blood“Matter Of Time”

Stop Motion! Pra quem gosta dessa técnica, o clipe novo do Surfer Blood, dirigido por Ates Isildak, é um prato cheio. A música faz parte do disco “Snowdonia”.

Piper Shepherd“Panic”

A cantora do Colorado acaba de lançar um clipe dirigido por George Hancock que mostra um pouco sobre como a artista se desenvolveu até o lançamento de seu primeiro disco.

The Shows“Em”

Um jantar chique que termina com alguém comendo spaghetti de dentro de um sapato?

Water and Man“Beautiful Waterfall”

Os cariocas lançaram o primeiro clipe do disco “Into the Infinite”, “Beautiful Waterfall”. O álbum teve mixagem e masterização de ​Dan Swift (Snow Patrol, Kasabian).

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The Cheesebergens
The Cheesebergens

Carne Doce“Eu Te Odeio”

Com Salma Jô e Macloys no banheiro, o clipe de “Eu Te Odeio” teve direção, roteiro e direção de arte de Benedito Ferreira, com produção Estúdio BÃO em parceria com Dafuq Filmes, Estratosfilmes e Acervo Brevintage. A faixa faz parte do disco “Princesa”, de 2016.

Dani Zan“Dinheiro”

“Dinheiro” é a primeira música oficial do trabalho de Dani Zan, que ficou conhecida pelo Donna Duo e sua participação no reality Breakout Brasil. O clipe conta com direção geral de Fernando Ottomayer e fará parte de seu primeiro disco, que será lançado este ano.

Eletrique Zamba“De Volta ao Pó”

Dirigido por Fábio Christian, o clipe une brasilidade e skate, com máscaras e passeios em meio à natureza. A faixa faz parte do disco “Vol. 1”.

LaBaq“Vida Que Segue”

Estas semana a compositora, guitarrista e cantora LaBaq lançou seu primeiro clipe, da música “Vida Que Segue”, segunda faixa do álbum. Dirigido pelo português Pedro E. Semêdo, o clipe mostra a artista cortando seus dreads, símbolo que até então era muito forte em sua imagem. “Fui vendo que já estavam me associando muito àquela imagem e isso me incomodava um pouco, sabe? Preferia deixar as pessoas acostumadas a algo que estivesse em constante mutação – pois eu sou assim em essência, amo o movimento – do que me apoiar cada vez mais aos dreads e, às vezes, ficar resumida à imagem. Foi extremamente libertador poder cortá-los, acho que o vídeo, que é um plano sequência, passa essa leveza de sair desse lugar e começar em um novo, muito feliz com o resultado!”

Raygun Jones“Matchbox Love Song”

A banda de Washington faz uma mistura de pós punk, blues e grunge. Dirigido por Cole Chittim, o clipe mostra uma história de um cara que continua obcecado por uma história de amor que foi por água abaixo.

Video Store“The Second Ellis”

A banda holandesa reúne ex-membros das bandas Face Tomorrow, Modern Life Is War, Razor Crusade, Malkovich, Gold, Kill Traitors, Sepiroth e atuais membros das bandas Winterdagen, Halfway Station e Joshua Woods. Com influências de Superchunk, Archers of Loaf e tudo que Bob Mould já fez, o clipe te leva diretamente de volta aos anos 90.

The CheeseBergens“Mommy and Daddy Worship Satan”

Uma banda bem familiar: O The CheeseBergens é formado por Ides Bergen, pai e baterista, Marissa Bergen, mãe e baixista, Jesse Bergen, filho e vocalista/guitarrista e  Anjelica Bergen, filha e vocalista/guitarista. Dirigido pela própria banda, o clipe trata de algo bem familiar também: quando você sofre com a pressão de ter pais que adoram o Satã, o Cramunhão, o Coisa-Ruim, o Bafomé.

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The Silver Shine
The Silver Shine

República Popular“Oxalá”

A música “Oxalá” do disco “Aberto Para Balanço”, de 2015, ganhou um clipe cheio de cores e arte caleidoscópica dirigido por Carlos Eduardo Pessoa com fotografia de Carlos Eduardo Pessoa e Romulo de Sousa.

Overfuzz“Bastard Sons Of Rock ‘n’ Roll”

Dirigido pela própria banda com auxílio de Raphael Saboya, o clipe para “Bastards Sons Of Rock’n’Roll” tem aquela pegada “clipe ao vivo com bastidores” cru que muitas bandas clássicas e incríveis fazem de vez em quando.

Labirinto“Mal Sacré”

“Mal Sacré”, faixa do álbum “Gehenna” (2016/2017), lançado aqui no Brasil pela Dissenso Records, ganhou um clipe aquático, melancólico e “trevoso” dirigido por AMNA.

Spiral StairsDance (Cry Wolf)

“Dance (Cry Wolf)” é uma puta música contagiante do disco “Doris & the Daggers”, a ser lançado no dia 24 de março deste ano. Seu clipe foi dirigido por Joe Salinas e tem aquela pegada DIY noventista que a Mtv Brasil adorava.

Ian Sweet“Slime Time Live”

Enquanto a vocalista Jilian Medford sonha com game shows nojentaços, uma realidade muito mais estranha aparece em sua vizinhança neste vídeo do diretor Ryan Baxley. A faixa faz parte do disco “Shapeshifter”.

The Silver Shine“Have Mercy On Me”

Produzido, dirigido e editado por Ati EDGE, “Have Mercy On Me” faz parte do mais recente disco do The Silver Shine, “Hold Fast”, lançado pela Wolverine Records.

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Goat Girl
Goat Girl

Hammered Satin “Strawberries and Cream”

O clipe de “Strawberries and Cream” foi dirigido por Aaron B. e tem aquele quê setentista com glam rock.

Winter“Dreaming”

O Winter está no Brasil e acaba de lançar seu clipe para “Dreaming”. O etéreo vídeo foi dirigido por Kevin P. Kearney com direção de arte de Mary Florence Brown.

Os Brutus“Esmeril”

“Esmeril” faz parte do compacto Samoa”, a ser lançado em janeiro de 2017 pela Baratos Afins e Esta Noite Encarnarei No Teu Compacto.

Bella Xu “Tudo Que Faltava”

“E se o Por Do Sol deixar de existir?” Este é o tema do novo clipe da banda Bella Xu: poluição. A animação foi dirigida por Paul Domingos com ilustrações de Fábio Plumari.

Joyce Manor “Eighteen”

“Eighteen” ganhou um daquele clássicos clipes “ao vivo”. A faixa faz parte do disco “Cody”.

Goat Girl “Scum”

“Scum” faz parte do primeiro single da banda Goat Girl, junto com a música “Country Sleaze”, com lançamento pela Rough Trade Records. O clipe da música foi dirigido por Holly Whitaker e conta com um monte de gente se alimentando nojentamente como se fosse criança.

Real Numbers“Frank Infatuation”

Muito divertido e breguinha o clipe do Real Numbers dirigido por Gordon Byrd. O som faz parte do primeiro disco da banda, auto-intitulado, lançado pela Slumberland Records.

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Chochkey
Chochkey

Chochkey“Glitter Coffin”

Lo-fi, punk, do it yourself, chame como quiser: a dupla Chochkey e suas “sad rants and underpants” noventista conquista. O clipe de “Glitter Coffin” mostra um pouco do projeto das duas:

Carbo“Mama”

Clipe da música do álbum “The In-between”, a ser lançado em 16 de Janeiro do ano que vem. Puxado para o grunge e o punk, o clipe foi produzido pelo Estúdio Jukebox e a própria banda. Simples e direto, como o rock deve ser.

Projeto Trator“Você Não É o Seu Emprego”

A faixa do albúm “Humanofobia”, produzido por David Menezes e Jean Dolabella. As imagens, filmadas na rua, foram capturadas por Binha, Murai e Padron. Tente ouvir essa música anti-establishment e não pensar em “dar um chute no patrão”, como diziam os Mutantes.

Skating Polly“Morning Dew”

“Morning Dew”, do disco “The Big Fit” (2016), ganhou um clipe anti-Trump dirigido por Sofia Due Rosenzweig. A dupla é uma das minhas bandas preferidas dos últimos tempos. Se você ainda não conhece o som de Kelli e Peyton, vá atrás!

Blubell“Blue”

Clipe realizado pelo coletivo A Porta Maldita com direção de Arthur Amaral. Ao vivo, na Paulista, naqueles domingões ensolarados com a avenida aberta como deve ser. 🙂

Lara e os Ultraleves“Hora de ir Embora”

Com direção de Tito Sabatini, o clipe de “Hora de ir Embora” foi gravado em São Paulo, em agosto, e tem aquela coisa psicodélica jazzy chroma key animada. Muito divertido.

BRVNKS“F. I. J. A. N. F. W. I. W. Y. T. B.”

A sigla significa “Freedom Is Just A Name For What I Want You To Be” (pronto, matei sua curiosidade). Produzido por Granada Filmes, Barba Negra Studio e Infravermelho Filmes, o clipe não deve em nada para aqueles gringos que passavam em alta rotação na MTV quando a MTV ainda pensava em música.

Holger“Sexualidade e Repressão Sexual”

Gravado em Capadocia e Istambul com direção, fotografia e montagem de Marcelo Vogelaar (Tché), o clipe novo do Holger fala de um assunto que está sempre em pauta.

Saya“Wet Dreams”

O diretor Glenn Michael quis dar uma de Tarantino e Robert Rodriguez e transformou “Wet Dreams” em um clipe digno de Grindhouse.

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