30 bandas e artistas que o Crush em Hi-Fi entrevistou em 2015 e você deveria estar ouvindo AGORA

The Love Me Nots
The Love Me Nots

O Crush em Hi-Fi entrou no ar em janeiro de 2015 com a ideia de falar de música fugindo do que todos os outros grandes sites e blogs falam. E, em algum tempo, estávamos entrevistando bandas e artistas de todo o mundo, sendo elas independentes ou medalhões em suas respectivas regiões, com extensas discografias ou ainda preparando sua primeira demo. Com isso, descobrimos diversas pérolas sonoras que estavam ali, escondidinhas, e que merecem brilhar com toda a força e ganhar o mundo e seus ouvidos.

Para começar 2016 com o pé na porta, compilamos 30 desses entrevistados. São 30 bandas e artistas que merecem ser ouvidos. Com certeza algum deles vai fazer a sua cabeça neste ano!

Skating Polly

Skating Polly

As irmãs Kelli MayoPeyton Bighorse, de Oklahoma, formam o duo Skating Polly (entrevista aqui) se alternando na bateria, vocais, guitarra, baixo, teclados e todos os instrumentos que elas souberem (ou não) tocar. A dupla está preparando um novo disco para o início de 2016, sucessor dos ótimos “Taking Over The World” (2012), “Lost Wonderfuls” (2013) e “Fuzz Steilacoom” (2014). Não se engane pela pouca idade (Kelli tem 15 anos e Peyton, 19) das garotas: o som é de primeira qualidade e já foi elogiado por gente como Rosanne Cash, Kat Bjelland e Lori Barbero (Babes in Toyland, com quem as irmãs estão em turnê), Sean Lennon, Donita Sparks (L7), Kate Nash, John Doe (X), DJ Rodney Bingenheimer e até do ator Viggo Mortensen.

Screaming Females

Screaming Females

Formado por Jarrett Dougherty (bateria), King Mike (baixo) e a grande cantora e guitarrista Marissa Paternoster, o Screaming Females (entrevista aqui) surgiu em New Jersey e já tem seis álbums na bagagem  (“Baby Teeth”, “What If Someone Is Watching Their TV?”, “Power Move”, “Castle Talk”, “Ugly”, “Live at The Hideout” e, finalmente, “Rose Mountain”, lançado ano passado) e elogios de gente como Shirley Manson, do Garbage, banda com a qual gravaram uma versão de “Because The Night” para o Record Store Day de 2013. “Temos o som clássico de um trio. Todo mundo traz algo bastante integral para a mistura”, explica Jarrett.

Thee Dirty Rats

Thee Dirty Rats

Conheci a dupla Thee Dirty Rats  na Sensorial Discos, em um show da banda australiana Los Tones. Ao ver o cigar box feito à mão do Luis Tissot (voz e cigar box) e a batida primal de Fernando Hitman (bateria), fui obrigado a ir atrás dos caras para entrevistá-los (entrevista aqui). A dupla já lançou dois EPs: “The Fine Art Of Poisoning Vol. 1 e 2” e “Perfect Tragedy”. “O Dirty Rats flerta com o Garage 60’s back from the grave numa roupagem New Wave 80’s meio robótica. Tem bastante Devo, Buzzcocks, Gun Club… a gente tenta fazer músicas bem simples, curtas, quase infantil, baseada em um riff ou uma melodia de vocal apenas como um mini mantra de 1 minuto e meio”, descreve Luis.

Purple

Purple

O trio texano Purple mistura a distorção e falta de compromisso em se adequar a um estilo do rock alternativo com o ritmo hip hop e ânsia por diversão dos Beastie Boys. (entrevista aqui) O primeiro disco deles, “409”, lançado no final de 2014, demonstra bem isso, com músicas como “Leche Loco”, “Target”, “Thirteen” e “DMT”. Seu último lançamento até o momento é o clipe de “Mini Van”, mas eles já estão trabalhando em novas músicas. “Nós apenas queremos construir uma grande base de fãs e poder tocar em todo o mundo!”

Moriaty

Moriaty

O “filthy dirty blues” do duo Moriaty me chamou a atenção assim que apareceu ali do lado direito nas “sugestões” do Youtube (entrevista aqui). A banda de Devon formada por  Jordan West (vocal e guitarra) e Matthew Partridge (bateria e vocais) faz um som bem característico cheio de punch e ritmo, trazendo suas fortes influências de blues à tona misturados ao rock alternativo e britpop. Na bagagem, dois EPs (“Lord Blackwood” e “Esperanza”) e um disco (“The Devil’s Child”). A banda já está em estúdio preparando mais músicas para lançar em 2016. O último som até o momento é o single “Bones”:

The Hunted Crows

The Hunted Crows

Vou ter que repetir o que falei na entrevista com o The Hunted Crows: Quando dei o play em “Sniff You Out” pela primeira vez, jurei que era alguma banda que já estava nas paradas de sucesso. Afinal, o barulho dos australianos não deve nada ao do Royal Blood, que ganhou notoriedade após um elogio de Dave Grohl. Com o EP “The Hunted Crows” esbanjando riffs vigorosos e bateria violenta, o duo de Melbourne promete dominar o mundo em breve. A banda já trabalha em seu segundo EP e prepara um disco completo.

Petit Mort

Petit Mort

O Petit Mort é formado por argentinos, mas pode considerar o trio brasileiro, se quiser. Afinal, eles já fizeram mais de 100 shows por aqui e moram em Florianópolis (entrevista aqui). Na estrada desde 2007 e formada por Michelle Mendez na guitarra e vocal, Juan Recio no baixo e Jacques Blasetti, a banda lançou no ano passado seu ótimo quarto disco “Bite The Hook”, produzido pelo alemão Sebastian Benthin. Rock alternativo com pitadas de punk e grunge pra nenhum fã dos anos 90 botar defeito!

Los Chicos Problema

Los Chicos Problema

Quem precisa de uma guitarra quando um baixo cheio de fuzz se apresenta? Essa é a fórmula da dupla Los Chicos Problema, do México (entrevista aqui). O duo, formado por Ana (bateria e voz) e Geo (baixo e voz) já lançou os discos “Los Chicos Problema”, de 2012, e “Estremécete y Rueda”, de 2013, ano em que passaram pelo Brasil e tocaram no Astronete, uma das poucas casas da mítica Rua Augusta que ainda aposta em shows de bandas autorais. O som, um garage rock sujo e cheio de distorção, faz qualquer um dançar:

The Hyena Kill

The Hyena Kill

A dupla de Manchester The Hyena Kill (entrevista aqui) traz um som mais sujo que o lado de trás da privada do CBGBs em 1978. Com dois EPs lançados (“Gush” em 2012 e “Scrape My Bones”, em 2013), o duo formado por Steven Dobb (vocal e guitarra) e Lorna Blundell (bateria) é PhD em riffs grudentos, batidas retas e certeiras e refrões sujismundos da melhor qualidade. A banda está na ativa, fazendo shows pela Europa e em breve gravará mais sons para um novo EP.

Marcello Gugu

Marcello Gugu

Veloz nas rimas e nas referências e com batidas que vão do soul ao rock, Marcello Gugu impressiona em seu primeiro disco, “Até Que Enfim, Gugu” produzido por DJ Duh, Léo Cunha, Rodrigo Chiocki, DJ Caique, Jhow Produz e pelo próprio rapper, que pode ser baixado gratuitamente em seu site. Hoje em dia ele está preparando seu segundo trabalho, “Azul Índigo”, ainda sem previsão de lançamento, e continua rimando pelo Brasil afora. Foi uma bela entrevista com o cara. Leia aqui!

The Chuck Norris Experiment

The Chuck Norris Experiment

Gene Simmons declarou algumas vezes que “o rock está morto”. Para os suecos do The Chuck Norris Experiment, “Gene Simmons é só um velho rico e cuzão” (leia a entrevista completa aqui). Talvez você não concorde com a declaração, mas ouvindo o som do quinteto, dá pra ver que na Suécia o rock vive e muito bem. Rockão com o pé no acelerador como é necessário, sem medo de ser feliz. Qual não foi minha surpresa, depois de um mês da entrevista, receber o último disco da banda até o momento, “Right Between The Eyes”, em minha casa, com camiseta e autógrafo do vocalista Chuck Ramson!

Hurricane Love

Hurricane Love

O Hurricane Love é mais uma banda sueca, mas completamente diferente da mencionada acima (entrevista aqui). O grupo de Malmö, formado por NinaRasmusJohanna, TobiasMagnus e Robin, se define como “pop de arena”. Entre as bandas que são influência para as cinco músicas de seu EP de estreia estão Sigur Rós e ColdplayVale a pena ouvir e se perguntar: porque diabos músicas como “Nowhere To Go” ainda não estão tocando nas chamadas “rádios rock” do Brasil?

Muzzarelas

Muzzarelas

Esta aqui vocês já deveriam estar ouvindo faz tempo, mas em vez de dar puxão de orelha, vou recomendar novamente para os desavisados: os Muzzarelas (entrevista aqui) são uma das melhores e mais divertidas bandas de punk rock do Brasil. Com seis discos no currículo (sendo o mais recente “We Rock, You Suck”, de 2009), o quinteto campineiro mostra em seu som como pode-se falar de cerveja, aliens, insanidades, pizza, hippies mutantes, nudez, chá de cogumelo e muito mais em músicas que fazem seu cérebro chacoalhar.

The Vanjas

The Vanjas

Mais uma banda sueca. Sim, parece que acontece alguma coisa praqueles lados, já que brotam bandas bacanas do chão. The Vanjas, formada Vanja Lo nos vocais, Bon-Ton no baixo, Mr Magnatone na guitarra e Swingin’ Zack na bateria, está em turnê divulgando seu primeiro disco, “The Vanjas Sings And Plays Rock’n’Roll” (leia entrevista completa aqui)Um dos lugares que o grupo adoraria visitar? Isso mesmo, o Brasil. “Em meus sonhos já estou aí. Diga a todos sobre nós e diga-nos quem contatar no Brasil e estaremos aí mais cedo do que você imagina”, disse a líder do grupo, Vanja Lo.

Molho Negro

Molho Negro

Vem aí o terceiro disco do Molho Negro (entrevista aqui), banda nascida nas garagens do Belém do Pará. O sucessor de “Lobo” (2014) manterá a identidade do grupo, com muito rock garageiro. “Nada de rock cabeça. O negócio aqui é o melhor do estilo, na linha dos pioneiros como Chuck BerryLittle Richards, o objetivo é ser sedutor para os quadris e fazerem todos sacudirem com o som poderoso”. Quem disse que o som do norte é só tecnobrega e aparelhagens?

The Two Tens

The Two Tens

Los Angeles é um dos berços de bandas incríveis nos Estados Unidos, e também é o lar do The Two Tens (entrevista aqui), dupla que busca trazer a simplicidade elétrica do rock and roll em seu som. Formada por Adam Bones (guitarra/vocal) e Rikki Styxx (bateria) em 2014, a banda já lançou quatro EPs neste um ano de carreira (chamados, logicamente, “Volume 1”, “Volume 2”,“Volume 3” e, finalmente, “Volume 4”) e está preparando mais sons para 2016. “Garage punk em seu melhor”, disse o  Huffington Post. É, eu concordo.

Motobunny

Motobunny

“Tentamos juntar o poder energético e cru do rock’n’roll dos Stooges com uma pitada de glitter do pop”, diz Christa Collins, vocalista do Motobunny. Além de Christa (aka Roxy Moto), a banda também conta com Nicole Laurenne (aka Violet Moto) também nos vocais, Michael Johnny Walker (guitarras) e Rik Collins (baixo). Em maio de 2014, eles lançaram seu primeiro disco, auto-intitulado, gravado e produzido em Detroit por Jim Diamond, pela Rusty Knuckles Music. Confira a entrevista com o quarteto aqui!

BBGG

BBGG

Essa banda não é fraca: seu primeiro single, “Slippery Blonde” (que está prestes a ganhar um belo videoclipe), foi elogiado por ninguém menos que Shirley Manson, vocalista do Garbage! Formado por Ale Labelle (voz e guitarra), Dani Buarque (voz e guitarra), Joan Bedin (baixo) e Mairena (bateria), o grupo aposta na mistura do som riot grrrl dos anos 90 com guitarras grunge e uma cozinha de respeito. A banda já está pronta para gravar seu primeiro álbum completo e participou da segunda coletânea da Motim Records com seu mais recente som, “It’s Not Me, It’s You”. Confira a entrevista do BBGG aqui.

Horror Deluxe

Horror Deluxe

A banda escolhida para a primeira edição da festa Crush em Hi-Fi no Morfeus Club (aguardem a segunda!) saiu de lá com todos os presentes apaixonados loucamente. O Horror Deluxe (entrevista aqui), formado por Prix Overkill (bateria) e Rogerio Ucraman (guitarra e vocal) bebe na fonte dos Cramps, Misfits e das pragas do dia do Zé do Caixão com toda a simplicidade punk possível. Vale a pena ouvir “Cabeça Zumbi” e ficar com a música grudada como um chiclete na cabeça pelas próximas horas.

Paula Cavalciuk

MPB, pop, rock nacional… tanto faz o rótulo: o EP “Mapeia”, estreia da cantora Paula Cavalciuk, merece ser ouvido. A faixa “Maria Invisível”, que fala das agruras de uma doméstica, possui uma letra triste que ganha ares de tragicomédia graças à adição de um kazoo. “Passa a mensagem e ao mesmo tempo é dançante, isso faz com que cada um tenha uma impressão diferente”, explica ela. “Cantei uma coisa que veio do coração e entrou pelos ouvidos da pessoa. Se um dia isso vai se transformar num tapa na cara, depende só da consciência de cada um”. Confira o papo com a cantora aqui.

Bike

Bike

A psicodelia cheia de LSD do BIKE está estourando por aí (entrevista aqui). Aliás, seu disco “1943”, masterizado por Rob Grant (responsável por trabalhos do Tame Impala e Pond), mostra perfeitamente as influências do da banda, que vão do Pink Floyd a Walter Franco. Formada por Julito Cavalcante, do Macaco Bong (guitarra e voz), Diego Xavier (guitarra e voz), Rafa Bulleto (baixo e voz) e Gustavo Athayde (bateria e voz), a banda promete o segundo disco para o semestre deste ano.

GASH

Gash

O GASH é uma banda punk com temática sadomasoquista (entrevista aqui). Não pense que é só nas letras: o grupo tem um show que é uma verdadeira sessão BDSM, contando inclusive com uma dominatrix fixa e um “bichinho de estimação” em sua formação! Formada por Tibbie X (vocais) por A.J Delinquent e Hit Cunningham (guitarras), Travis Travesty (baixo), Domme Stephxecutioner (dominatrix) e Chris Wiz (“bichinho de estimação”), a banda está preparando seu primeiro disco, “Astral  Liberation”, para este mês. O sucessor do EP “Subspace” estará disponível em seu site oficial www.gashofficial.com

Monique Maion

Monique Maion

A cantora Monique Maion mistura jazz com blues desde 2005, quando começou sua carreira no Syndikat Jazz Club, em São Paulo. Suas performances dramáticas, cheias de personalidade e atitude glam rock a levaram a ganhar muitos elogios, chegando a ser chamada pela revista Rolling Stone de “a nova voz paulistana”. Sua voz pode ter um timbre jazzy, mas a atitude é totalmente rocker. A cantora está preparando seu novo disco: “tenho material novo para mais de 5 álbuns”, diz. Confira a entrevista com ela aqui.

The Aquadolls

the aquadolls

Queridinhos de Kate Nash desde que sua vocalista Melissa Brooks invadiu o camarim da cantora, o The Aquadolls tem um EP e um disco (“We Are Free”, de 2013, pela Burger Records, e “Stoked On You”, de 2014) na bagagem e prepara o segundo álbum com o produtor de Hollywood Aaron Greene para o início deste ano. Confira a entrevista com a banda e ouça o psychedelic surf punk ensolarado que conquistou Nash e fez com que ela os convidasse para abrir seus shows:

Aletrix

Aletrix

Em seu primeiro disco, “Herpes Aos Hipsters”, Aletrix desferiu farpas certeiras aos hipsters (lógico), fãs de UFC e ex-BBBs. Formada por Alexandre Lemos (guitarra), Mia (baixo) e Ed Avian (baterista), a banda prepara seu segundo disco para este ano e desta vez, os alvos devem ser os famosos comentaristas de notícias de grandes portais. Homofóbicos, racistas e machistas receberão os pesados socos sarcásticos com guitarras noventistas que remetem ao rock alternativo. Confira a entrevista com a banda aqui.

The Love Me Nots

The Love Me Nots

Nicole Laurenne (vocal e órgão), Michael Johnny Walker (guitarra), Christina Nunez (vocal e baixo) e Jay Lien (bateria) possuem uma bela discografia no currículo do The Love Me Nots (entrevista aqui): In Black & White (2007), DETROIT (2008), Upsidedown Insideout (2009), Thringle (2011), The Demon and The Devotee (2011), Let’s Get Wrecked (2011) e, finalmente, Sucker (2014). Hoje, a banda continua fazendo o que faz de melhor: estudar o pop para usá-lo a favor do rock em seu próximo disco, que está em produção e deve sair ainda este ano.

Tits, Tats & Whiskers

Tits Tats & Whiskers

O Tits, Tats and Whiskers é uma verdadeira mistureba multicultural/multinacional: formada por um italiano, um americano e uma filipina, fazendo barulho na cena underground do… Japão. Formada por Ponzi (o americano) na guitarra e vocais, Mattia (o italiano) na bateria e Astrid (a moça das Filipinas) no baixo e vocais, o Tits, Tats and Whiskers lançou seu primeiro disco, “All The Things”, em 2014, e o ótimo sucessor, “Laugh, Dance & Cry”, em 2015. A entrevista com o trio você confere aqui.

Donna Duo

Donna Duo

A dupla Dani Zan e Naíra Debértolis define seu som como “pop milongueiro” (entrevista aqui). A mistura de MPB, pop, rock e milongas as levou a serem finalistas do reality show do Canal Sony Breakout Brasil e ao seu primeiro disco, lançado em 2015 patrocinado por um bem sucedido crowdfunding. “O duo surgiu sem direcionamento do que íamos fazer, como um hobby, um projeto parelelo das duas, experimentamos muita coisa, fizemos tudo o que queríamos e naturalmente nos tornamos um caldeirão musical”, explicou Naíra.

Deb & The Mentals

Deb and the Mentals

O Deb and The Mentals é quase um supergrupo formado por grandes nomes da cena underground paulistana: Deborah Babilonia (vocal, ex-Debbie and the Rocketeers), Stanislaw Tchaick(baixo, Water Rats), Guilherme Hipólitho (guitarra, irmão de Chuck Hipólitho, do Vespas Mandarinas) e G.G. Di Martino (bateria, ex-Veronica Kills). O som da banda é calcado no rock alternativo noventista, com toda a amplitude (e barulho) que o gênero permite. Seu primeiro EP, “Feel The Mantra”, foi lançado no ano passado e recebeu muitos elogios, aparecendo em muitas listas de “Melhores de 2015”. Confira a entrevista com eles aqui!

 


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